
Imagina só: pesquisadores da Universidade de Ghent, na Bélgica, juntaram ciência e arte para reconstruir o rosto de uma mulher que viveu há mais de 10 mil anos. É sério, eles conseguiram trazer à vida alguém que andou por aqui no período mesolítico, mais especificamente, na região do Vale do Mosa.
O nome dela é “Mos’anne” (sim, já parece até nome de personagem de filme) e o que eles descobriram vai além do que a gente costuma imaginar sobre nossos ancestrais. A partir de análises genéticas feitas em ossos, ficou claro que ela tinha olhos azuis e uma pele um pouco mais clara que a maioria das pessoas daquele tempo.

O trabalho para fazer essa reconstrução não foi só na base do Photoshop, os artistas holandeses Adrie e Alfons Kennis, especialistas em reconstrução facial, usaram a tecnologia e dados científicos para criar algo que parece real.
Além da aparência, o estudo trouxe algumas coisas sobre o estilo de vida dela, como as técnicas de caça e transporte usadas naquele período. Tudo isso faz parte de um projeto chamado ROAM, que investiga migrações e hábitos das populações antigas da Europa.
Ver tudo isso ajuda a gente a entender melhor como nós evoluímos e mostra que o passado é muito mais complexo do que imaginamos.
Fonte: VTR






