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Trio de canibais vendia carne humana em salgadinhos no interior de Pernambuco

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Começou na manhã desta quinta-feira (13), o julgamento do trio acusado de matar, esquartejar e comer a carne do corpo de uma moradora de rua do agreste pernambucano. Pelo menos três mortes em rituais macabros são atribuídas ao grupo, que mantinha um triângulo amoroso.

Segundo o delegado Wesley Fernandes, a vendedora de empadas e coxinhas seria Isabel Cristina Pires da Silveira, 51. Ela confessou em depoimento que colocava restos da carne humana das vítimas nos salgados vendidos pela cidade. Este é um dos casos de canibalismo mais perturbadores do Brasil.

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“Uma pequena quantidade de carne desse ritual que o trio realizava servia para rechear essas empadas. Ela era vendedora ambulante conhecida aqui na cidade. Ela vendia em bares e restaurantes, circulando pelas ruas. Com certeza muita gente comeu empada vendida por ela”, disse o delegado.

Os acusados, que estão presos desde 2012, quando a ação foi descoberta, respondem pelos crimes de homicídio quadruplamente qualificado, vilipêndio e ocultação de cadáver. O júri será formado por sete pessoas e conduzido pela juíza Maria Segunda Gomes de Lima.

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O exame de sanidade mental realizado nos acusados apontou que nenhum dos três réus sofre de doença mental, o que os coloca como imputáveis, ou seja, podem responder pelos crimes se condenados.

Segundo o delegado responsável pelo caso, o trio teria matado e comido pelo menos oito mulheres. Até o momento, porém, pedaços dos corpos de somente três vítimas foram localizados. O delegado afirma que os assassinatos faziam parte de rituais. As vítimas eram mortas a facadas e esquartejadas. Em seguida, o trio bebia o sangue e se alimentava da carne das mulheres mortas por quatro dias.

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