
Você já assistiu a algum filme que te fez ficar pensando se o que aconteceu é aquilo mesmo que você entendeu? Alguns filmes nos envolvem em histórias um pouco complexas e que dão verdadeiros nós na nossa cabeça.
Às vezes, precisamos assistir o filme mais de uma vez na tentativa de entender melhor a história toda ou algum ponto em específico que nos deixou com a pulga atrás da orelha.
O filme já começa com macacos, música clássica e um monolito preto. A história se passa no espaço e se trata de uma missão que investiga um monolito idêntico, mas em outro planeta. Em outra nave, dois astronautas convivem com um computador superinteligente, que começa a guardar alguns ressentimentos e não para por aí. Stanley Kubrick provoca um verdadeiro nó em nossas cabeças com o filme.
Os filmes que tratam de loucura e genialidade, geralmente deixam quem assiste sem compreender o suficiente para julgar o personagem e, por isso, quase sempre o espectador com a pulga atrás da orelha. No filme Pi, o louco é um matemático que não consegue lidar com as relações humanas. Ele pesquisa padrões numéricos capazes de explicar tudo, mas quanto mais ele estuda mais longe fica da ciência e mais próximo do misticismo.
David Fincher sabe muito bem como dar um nó na cabeça do espectador. É dele também o filme O Curioso Caso de Benjamin Button e Zodíaco. Em Clube da Luta, o diretor torce a nossa percepção com uma história estranha. Um homem com uma vida sem graça entra num clube de luta para apanhar e saber mais sobre viver intensamente. O problema é que no final ele muda todo o sentido do filme.
O primeiro filme da trilogia Matrix causou uma revolução no cinema de massa ao introduzir a filosofia platônica, a questão que dominaria grande parte da ficção científica desde então. No filme, Keanu Reeves é Neo, um hacker que descobre estar vivendo em uma realidade inventada, num mundo criado por computadores que usam os humanos como fonte de energia.
O filme de Steven Spielberg, inspirado na obra de Philip K. Dick, deu vida a um dos universos futuristas mais inteligentes da ficção. Além de carros que andam sozinhos e computadores manuseáveis em pleno ar, esse mundo possui um sistema de detecção de probabilidade de crimes: os criminosos são presos antes de cometerem seus delitos. A estabilidade do sistema começa a fica duvidosa quando um oficial, Tom Cruise, descobre que ele mesmo está sendo caçado por um assassinato que ainda não cometeu.
Joel e Clementine são um casal que se ama, mas quando estão juntos não se dão muito bem . Ela decide contratar uma empresa para apagá-lo da sua memória e ele , em resposta, também faz o mesmo. No entanto, ao relembrar as memórias dos dias felizes com a jovem, ele força a sua mente a tentar guardar algum detalhe para reencontrá-la. Paralelamente a essa confusão emocional, conhecemos a realidade por trás da empresa que faz as lavagens cerebrais de controle de memória.
Este filme é uma comédia nonsense dos irmãos Coen, em que John Malkovich é um ex-agente da CIA que escreve suas memórias, registrando supostas acusações gravíssimas ao governo. Sua esposa, que quer o divórcio, grava um CD com informações bancárias do marido, que acaba caindo nas mãos de dois funcionários desmiolados de uma academia, Brad Pitt e Frances McDormand. Os dois homens decidem usar o arquivo para chantagear o agente, que acredita ter tido suas memórias roubadas. Para completar, o CD ainda cai nas mãos da embaixada russa.
A última missão de Cobb, Leonardo DiCaprio, um ladrão-espião que roubava ideias de seus inimigos é invadir sonhos para implantar uma ideia. Cobb aceita o novo trabalho para tentar voltar para casa, e para seus filhos. Para fazer o serviço, sua equipe precisa arquitetar todo o sonho da vítima e até mesmo projetar “sonhos dentro de sonhos”.
Num futuro não muito distante, a máfia descobre uma forma de acabar com o problema dos corpos como evidências de crimes. Eles enviam suas vítimas ao passado, onde um assassino espera para dar o tiro final. Joe, Joseph Godron-Levitt, é um desses assassinos, que um dia descobre que ele mesmo está prestes a ser enviado para execução. Mas ele parece não se importar muito com isso e a sua versão mais velha precisa se esforçar para convencê-lo de que o futuro vale a pena.
Robin Wright interpreta ela mesma no filme que é metade animado de Ari Folman. Ela é uma atriz de meia-idade que precisa de dinheiro, e recebe a proposta de ser digitalizada, ou seja substituída por uma versão ficcional, que fará todos os seus filmes pelos próximos 20 anos sem envelhecer. Porém, 20 anos depois, ela vai a um congresso onde todas as pessoas são drogadas e “transformadas” em criaturas de animação.
Gostou da lista? Então veja também 6 filmes que você precisa ver antes de morrer.






