
Aqui no site da Fatos Desconhecidos, nós já mostramos para você quem são os bandidos brasileiros que entraram para a história, os casos que mostram que os bandidos não possuem limite e os segredos dos bandidos para você nunca ser alvo deles.
Ir para a prisão não faz parte do desejo das pessoas. Assalto à mão armada, roubo, latrocínio, tráfico de drogas, homicídio, os crimes que as pessoas cometem e as fazem ir parar atrás das grades são vários.
A sociedade costuma reproduzir um discurso popular muito utilizado, “bandido bom é bandido morto”, para justificar algumas ações que eles praticam quando cometem crimes e acabam revoltando as pessoas.
Pensando nisso, nossa redação separou para você uma listinha diferente. Vamos mostrar para você alguns casos que mostram que bandido bom é bandido…, Confira na matéria:
O ex-detento morador da região da Grande Florianópolis, Lincoln Gonçalves Santos, de 32 anos, defendeu o seu trabalho de conclusão de curso(TCC) e convidou para a banca de avaliação a juíza que lhe concebeu a liberdade condicional, depois da progressão de regime, para que ele conseguisse estudar.
Acadêmico do curso de Direito, o trabalho de Lincoln foi defendido na Universidade do Vale do Itajaí, em São José, com o título ‘O sistema prisional brasileiro e a possibilidade de responsabilização internacional do país, por violação de documentos internacionais de proteção dos direitos humanos’. Ele tirou nota 10 em seu projeto final.
Fernando Figueredo foi preso por roubo de carro, uso de entorpecentes e ganhava um salário mensal de R$ 100 costurando bolas para uma ONG dentro do presídio.
Depois de participar de várias oficinas oferecidas na prisão, ele tentou montar o próprio negócio, que acabou se transformando em uma cooperativa de reciclagem em Brasília. O faturamento dele chega a atingir cerca de R$ 1 milhão ao ano.
Fernando resolveu se juntar aos colegas e montar uma pequena empresa de marcenaria, chamada cooperativa “Sonho de Liberdade”, para reciclar madeira velha e transformá-la em móveis. Além disso, a renda era complementada com costura de bolas para empresas.
Em entrevista ao portal IG, ele afirma que “Eu e alguns colegas já tínhamos discutido a possibilidade de abrir uma empresa caso o mercado fechasse as portas para a gente. Só tínhamos três caminhos: conseguir emprego, abrir uma empresa ou voltar ao crime. Ficamos com a segunda opção”.
O ex-traficante de 67, David Norman, foi preso duas vezes(homicídio e tráfico de drogas) e teve a oportunidade de mudar a sua vida. Ele se graduou na Universidade de Columbia, em Nova York, no curso de filosofia.
Ele deixou a prisão em 2000 e dedicou a sua vida a ajudar os mais vulneráveis, como dependentes químicos em recuperação. Foi admitido como aluno da Universidade de Columbia em 2000, trabalhou em tempo integral e teve o prazo para conclusão de curso estendido.
“Foi uma grande sensação. É sempre possível perseguir seus sonhos”, disse ele, em entrevista ao New York Daily News.
Igor e Leandro foram presos pelo crime de assalto à mão armada, enquanto que Jaqueline Pereira da Silva foi parar na cadeia por associação ao tráfico.
Eles entraram na vida do crime por conta de influências de amigos que tinham e por alegarem que seria uma vida mais “fácil”.
Só que no período em que passaram presos, eles aproveitaram para terminar seus estudos, aprender uma nova profissão e trabalhar.
Atualmente, eles estão no mercado de trabalho. Leandro é coletor de resíduos, Igor é o braço direito de um dos gerentes de uma empresa especializada em tratamento de resíduos, chamada Marca Ambiental e Jaqueline trabalha como auxiliar de serviços gerais.
De acordo com o portal G1, “O detento Bruno Eduardo Oliveira Reis, de 32 anos, é um dos aprovados no vestibular de educação física da Universidade Federal de Viçosa (UFV), na Zona da Mata, em Minas Gerais.
Reis cumpre pena por receptação, adulteração de chassi e furto qualificado na Penitenciária Doutor Manoel Martins Lisboa Junior, em Muriaé, na mesma região, e já cumpriu mais de um ano dos nove anos e oito meses aos quais foi condenado.”
Ele passou para a primeira chamada do processo seletivo com a média de 666,40 pontos, nota máxima na prova de redação e já está matriculado. Ele vai solicitar à Jústiça permissão, de forma presencial, para ir às aulas.
O que você achou da história de superação destes detento e ex-detentos? Mande seu comentário para gente!






