
Encontramos todos os tipos de produtos nas prateleiras dos supermercados e lojas do mundo todo. Aparentemente, para quase todas nossas necessidades existe algum produto para saná-las. E se ainda não tem, bom, é melhor fazer outra busca, porque é bem provável que alguém já tenha inventado. No entanto, nem tudo o que os desenvolvedores fazem acabam funcionando como planejado.
Afinal de contas, como controlar como os consumidores usarão seu produto, não é mesmo? Apesar de que a grande maioria deles vem com um modo de usar bem explicito em suas embalagens. Pensando nisso, trouxemos para você alguns produtos que foram lançados com um propósito e acabaram se tornando muito populares por outras razões. Confira!

Lançado no fim dos anos 1990, o aparelho lançado como um produto de cuidados para saúde tomou outras proporções. A ideia proposta pela fabricante é de que ele fosse um massageador para as costas. No entanto, as pessoas não conseguiram assimilar o produto dessa forma, talvez por não associarem cuidados com a saúde com um personagem infantil. Mas algo inesperado acabou acontecendo.
As pessoas começaram a comprar o produto devido a sua capacidade estimulante. E pelo nome do tópico você já pode estar imaginando de que tipo de estímulo estamos falando. O produto fez tanto sucesso, dessa forma, que as pessoas já não conseguiam achá-lo nas prateleiras. Entretanto algum tempo depois ele foi descontinuado. Para tristeza de alguns.
Um inocente xarope produzido para dar fim a tosse acabou se tornado uma grande sensação. Isso porque em sua composição continha codeína, substância que é derivada do ópio e pode causar dependência. Grandes nomes dentro da cultura Hip-Hop estadunidense como Lil Wayne e Soulja Boy já cantaram sobre o produto em suas músicas.
O produto começou a esgotar das prateleiras e casos de problemas de saúde ligados a seu uso também começaram a surgir. O Actavis então precisou ser removido das farmácias e drogarias e sua produção foi descontinuada.
Ninguém quer que seu produto seja associado com a fuga de um criminoso, certo? A não ser que isso acabe impulsionando drasticamente as vendas do mesmo. E foi o que aconteceu quando em 17 de junho de 1994, quando a polícia perseguia um homem que fugia em um Ford Bronco e tudo foi transmitido pela TV. As vendas do veículo, que estavam em queda, aumentaram e a fabricante vendeu cerca de 7 mil unidades após o ocorrido.
Como um jogo que ninguém conhece se torna o 4º mais jogado no mundo em um curto espaço de tempo? Na verdade, o que aconteceu foi que a empresa que o desenvolveu e o disponibilizou em um plataforma de games, liberou o acesso gratuito a usuários, de maneira que eles pudessem continuar a coletar alguns cartões. Esses cartões colecionáveis podem ser vendidos por cerca de 8 centavos.
Mais tarde descobriu-se que a maioria dos 100 mil jogadores ativos no jogo eram contas falsas operando fora da Rússia. Ou seja, em algum lugar alguém estava lucrando milagrosamente sobre a plataforma. No entanto, isso não foi de tudo uma perda. A empresa responsável pelo jogo ganhou notoriedade e uma certa publicidade gratuita. Sem falar na porcentagem dos desenvolvedores na comercialização dos cartões colecionáveis.
Em 2012, Trayvon Martin foi morto por um segurança nos Estados Unidos. Martin tinha apenas 17 anos. O menino carregava no momento de sua morte um pacote de um confeito chamado Skittles. O confeito se tornou símbolo de protesto contra as mortes de pessoas negras desarmadas. O confeito até mesmo foi vendido para ajudar a família de Martin.
Um retrato do segurança que atirou em Martin foi feito usando cerca de 12 mil Skittles. Tudo gerou muita polêmica naquela época no país e as pessoas cobravam um certo posicionamento da empresa fabricante. No entanto, eles não se posicionaram e deixaram tudo se acalmar.
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