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6 etapas que podem ajudar o mundo a se recuperar da pandemia segundo especialistas em desastres

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Nós estamos vivendo a pandemia do coronavírus há mais de um ano. Felizmente, vacinas eficazes contra o vírus já foram encontradas e alguns países já começaram a vacinar suas populações. Mesmo que isso não queira dizer que estamos livres do coronavírus, é uma esperança para a volta do mundo à normalidade antiga.

Ver que o surto mudou as nossas vidas e maneiras como lidamos com as coisas não é novidade para ninguém. Mas todos sabemos e esperamos que essa pandemia passe. Por conta disso, saber, ou então, tentar se preparar para uma volta ao mundo normal é importante.

Nesse plano de seis pontos, sendo três princípios e três práticas, vai impulsionar a recuperação da pandemia e levar uma melhor tomada de decisões relacionadas a desastres futuros.

Princípios de resiliência

1 – Sempre melhorar

A resiliência significa melhorar sempre. E as ideias padrão de recuperação e volta ao normal são contraproducentes porque te a mesma falta de resiliência. Um melhor exemplo de recuperação seria aumentar  apoio e implementação da vigilância internacional de doenças. Para assim, habilitar melhor os sistemas de alerta e resposta para novos patógenos.

2 – Comportamento e valores

No processo de recuperação, a resiliência abrange um processo social contínuo e inclusivo e não um estado final. Até porque, resiliência quer dizer lutar para melhorar o comportamento humano e os nossos valores. Isso envolve uma variedade bem grande de pessoas, inclusive as que formam os elos da cadeia de um desastre. Como por exemplo, caçadores, fazendeiros, líderes políticos, empresariais e sem fins lucrativos.

Os valores polarizados podem acaba descartando evidência que apoiam o surgimento da pandemia, por exemplo. E com a resiliência, a busca por uma interação e equilíbrio busca a evolução da informação e valores comportamentais.

3 – Poder e  recursos

Qualquer que seja o desastre, mesmo pandemias, existem oportunidades para preveni-los. E as escolhas para aproveitar essas oportunidades dependem, principalmente, dos que acumulam recursos e poder. Essas pessoas geralmente são líderes governamentais, chefes corporativos ou  até mesmo figuras religiosas.

Por conta disso, a recuperação deve envolver um incentivo dessas estruturas de poder para apoiar a prevenção de desastres e diminuição de riscos.

Práticas de prevenção

4 – Envolvimento de todos

Algumas preocupações podem ser priorizadas, como por exemplo, não ter água ou comida suficiente todos os dias, ou então ter medo de assédio ou crimes no trabalho.

Então, perguntar para as pessoas o que elas precisam é um tipo de preparação pré desastre, já que preenche as lacunas que elas mesmas identificam.

5 – Fazer a prevenção prática

No caso do COVID-19, enquanto aguardamos a maior parte da população ser vacinada, as prevenções são distanciamento, higiene e máscara. E para diminuir a transmissão de doenças durante a vacinação e dar tempo da sociedade se recuperar como um todo as pessoas precisam respeitar e cumprir na prática esses três passos para a prevenção: distanciamento, higiene e máscara.

6 – Melhor prevenir do que remediar

 

Isso pode ser uma máxima de ditado popular, mas ela é bem real. A OMS investe bilhões por ano na cooperação para a prevenção de uma pandemia. Por mais que evite apenas uma pandemia por milênio. Mas isso sai muito mais barato e eficaz do que tentar remediar uma situação fora de controle.

Com todos esses pontos vemos que a recuperação pós pandemia por meio da resiliência significa, na realidade, esforços para prevenir outros desastres.

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