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7 dinossauros voadores mais mortais que dominavam os céus

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Sabemos que inúmeras espécies de dinossauros existiram. Agora, você sabe quantas espécies de dinossauros voadores existiram? Nenhuma. É isso mesmo. Os famosos Pterossauros constituem uma ordem extinta da classe Reptilia (ou Sauropsida), que corresponde aos répteis voadores do período Mesozóico. Embora sejam seus contemporâneos, estes animais não eram dinossauros.

Esses parentes dos dinossauros dominaram os céus do planeta por 160 anos. Segundo especialistas, acredita-se que havia mais de cem tipos de Pterossauros. Como não somos enciclopédia, vamos citar aqui, apenas sete. Basicamente, escolhemos os mais notáveis. Você quer saber os nomes dos principais? Então, vamos lá…

1 – Quetzalcoatlus

O Quetzalcoatlus era um pterossauro, com uma envergadura de até 15 metros. Segundo cientistas, a maior criatura voadora de todos os tempos. Além disso, foi também o último pterossauro conhecido que sobreviveu na América do Norte, até o fim do período Cretáceo. Seu nome vem do deus asteca, uma serpente alada com penas, Quetzalcoatl. O dinossauro foi nomeado por Douglas Lawson, o primeiro a encontrar seus restos no Parque Nacional Big Bend, no Texas (EUA). O esqueleto aponta que o animal pesava mais de 100 quilos. Seu pescoço era longo, suas mandíbulas eram desdentadas e sua cabeça era coberta por uma crista.

2 – Pteranodon

O Pteranodon foi outro réptil voador que habitou regiões norte americanas. Viveu há cerca de 90 a 100 milhões de anos atrás, durante o período cretáceo. O Pteranodon tinha uma envergadura de 7 metros ou mais, e sua mandíbula, também sem dentes, era longa, parecida com a dos pelicanos. O primeiro crânio de um Pteranodon foi encontrado, em maio de 1876, no Rio fumarento do monte, Wallace County, Kansas, EUA, por SW Williston, um colecionador de fósseis trabalhando para Othniel Marsh.

3 – Aerodactylus

O Aerodactylus possui uma das mais destacadas diferenças, em relação às demais espécies de Pterossauros: seu crânio era extremamente alongado. Acredita-se que viveu na Alemanha, durante o Tithonian do Jurássico. Esse, em específico, tinha 64 dentes e uma crista triangular baixa, que cresceu a partir do crânio. A crista tinha cerca de nove milímetros e meio de altura e entre quarenta e quatro e cinquenta milímetros de comprimento.

4 – Eudimorphodon

Os fósseis de Eudimorphodon foram encontrados na Europa, norte da Itália, perto de Bergamo e Milão, em 1973. A descoberta foi feita por Mario Pandolfi. O esqueleto mostra que o Eudimorphodon viveu, durante o Triássico Superior (meados de estágio Norian tarde). Tais indícios apontam o Eudimorphodon como o pterossauro mais antigo. Eudimorphodon tinha apenas 1 metro de comprimento e pesava cerca de 10 kg.

5 – Germanodactylus

Os fósseis do Germanodactylus foram descobertos, na Alemanha. Acredita-se que media apenas 1 metro de comprimento. Com as asas estendidas, atingia até 1,5 metro. O engraçado, aqui, é que a espécie tinha os pés invertidos. Ou seja, o Germanodactylus, ao que parece, dormir de cabeça para baixo, assim como os morcegos fazem hoje. No entanto, deve-se notar que não tem relação com os mamíferos noturnos, acima mencionados.

6 – Rhamphorhynchus

O Rhamphorhynchus foi um pterossauro que viveu no Triássico primário, há 150 milhões de anos. Tinha pernas relativamente longas em relação ao corpo e aos outros pterodátilos. Além disso, tinha uma longa cauda, que servia para melhorar a mobilidade, quando subia pelos céus.

7 – Pterodáctilo

O Pterodáctilo era uma espécie de pterosauro, com capacidade de voar. É entre esse grupo, a espécie mais famosa já foi, várias vezes, representado no cinema. Essa espécie viveu entre 65 e 150 milhões de anos atrás, última fase da era Mesozóica. Habitava as regiões que hoje, conhecemos como África e Europa, era carnívoro e se alimentava de peixes e pequenos animais. Detentor de uma envergadura, que atingia seis metros, medindo aproximadamente 4,5 metros e que voavam com grande destreza.

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