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7 doenças que mulheres podem desenvolver na gravidez e como evitá-las

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gravidez é, na maioria das vezes, um momento mágico na vida de uma mulher. Capaz de mudar toda a percepção que ela anteriormente tinha sobre a vida. Ter um filho pode ser um momento bastante esperado e imaginado. Mas é sempre preciso ter certeza de que este é o passo correto a se tomar. Enquanto se está grávida, uma série de cuidados devem ser tomados e nem todas as atividades podem ser feitas como antes.

Nessa fase da vida da mulher acontecem várias mudanças físicas, e isso possibilita o desenvolvimento de algumas doenças nesse período. Felizmente, essas complicações podem ser evitadas para manter a saúde durante a gestação. Mostramos aqui algumas doenças que as mulheres podem desenvolver na gravidez e como evitá-las.

1 – Pré-eclâmpsia

Essa doença é conhecida também como toxemia ou doença hipertensiva específica da gravidez (DHEG). Ela se caracteriza pela hipertensão, edema e excesso de proteína na urina. Essa doença pode aparecer em uma de cada sete mulheres grávidas. E na maior parte dos casos só aparece nas últimas semanas.

A doença pode ser diagnosticada com exames simples, como por exemplo medir a pressão arterial, ou então alguns mais específicos relacionados à função renal ou coagulação do sangue.

Se a grávida teve pré-eclâmpsia leve, o médico, provavelmente, irá recomendar que ela mude alguns hábitos. Como por exemplo, comer menos sal, beber mais água por dia e aumentar a ingestão diária de proteínas. Já nos casos graves, o recomendado é repouso e alguns medicamentos.

2 – Oligoidrâmnio

Quando a grávida tem essa doença significa que ela tem baixa quantidade de líquido amniótico. Isso pode trazer alguns problemas para o bebê, já que ele pode estar comprimido. O que o coloca em risco de deformação.

Existem alguns remédios que podem causar essa doença, como o captopril ou o enalapril. Por isso, é recomendado que eles não sejam consumidos durante a gravidez.

3 – Hiperêmese grávida

Durante a gravidez, pelo menos, metade das mulheres irá sofrer com náuseas e vômitos. Contudo, isso pode ser uma condição bem mais grave do que os enjoos comuns.

A hiperêmese grávida se caracteriza por náuseas bem intensas e vômitos constantes durante a gravidez. E esses sintomas não desaparecem no primeiro trimestre. Em alguns casos, as mulheres podem até perder peso e ficarem desidratadas.

Felizmente essa é uma doença bem rara e afeta apenas 1%  das mulheres grávidas. E quando são internadas por conta dela, as mulheres recebem fluidos intravenosos e outros nutrientes.

4-  Diabetes gestacional

Essa é uma das doenças mais comuns que podem acontecer durante a gravidez. Ela acontece quando o corpo da mulher não consegue controlar o hormônio insulina de forma correta. E isso faz com que a glicose comece a acumular no sangue,

É estimado que a diabete gestacional afete uma em cada 10 grávidas. As causas específicas da doença não são conhecidas. Mas é acreditado que os hormônios da gravidez diminuem a capacidade do corpo de responder à insulina

5 – Anemia

A doença acontece por conta da falta de coágulos vermelhos no sangue, ou então na capacidade reduzida de transportar oxigênio ou ferro. É a deficiência de ferro no sangue.

A anemia é bem comum na gravidez e cerca de 50% das gestantes sofrem com isso. Para que o corpo tenha a quantidade necessária de ferro, provavelmente o médico irá recomendar que ela ingira alimentos como peixes, nozes, vegetais de folhas verdes e grão de bico.

6 – Placenta prévia

Essa condição representa riscos reais para o bebê. O problema acontece quando a placenta se implanta na parte inferior do útero e obstrui total ou parcialmente o colo do útero.

Isso pode causar sangramento durante a gravidez e também no parto. E é provável que o bebê nasça de cesárea. Para evitar isso, o médico pode recomendar que a mulher evite o sexo e limite as atividades físicas.

7 – Incompatibilidade de Rh

Já nas primeiras consultas de pré-natal o médico pede para que a gestante faça um teste do fator de Rh para saber qual seu tipo sanguíneo. Isso é importante porque se o Rh da mãe for negativo e o do bebê positivo o sistema imunológico do bebê pode reconhecer os glóbulos vermelhos da mãe como estranhos e atacá-los.

Felizmente isso é bem incomum para as mães de primeira viagem. Se o médico detectar o risco disso acontecer ele irá recomendar que a gestante aplique anticorpos Rh aproximadamente na 28ª semana. Isso pode diminuir futuros problemas.

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