
Entre chazinhos e xaropes, todos nós conhecemos algumas receitas alternativas do que fazer, em caso de doença ou ma-estar. No entanto, também há diversos casos de histórias, que nos são contadas, e não parecem ter a menor chance de serem mesmo verdade. Contudo, há alguns casos um tanto quanto estranhos, e que sendo reais, fizeram com que algumas dessas lendas se tornassem mesmo realidades confirmadas. Por isso, separamos 7 lendas urbanas da medicina, que se tornaram reais.
Casos, como esses, podem desafiar as leis da física, e até, o que sabemos de medicina, chegando a deixar algumas tramas de Grey’s Anatomy, no chinelo. Para falar a verdade, muito do que vemos na nossa realidade, de tão chocante, dificilmente poderia passar pela cabeça de um escritor de ficção. De fato, é preciso ter muita imaginação. Confira!
Em 2009, Collen Burns havia tido uma overdose de remédios, como Xanax, Benadryl e outros relaxantes musculares. Com isso, após sua morte cerebral, a família autorizou a retirada de seus órgãos para doação. No entanto, houve avisos de que Collen não estava morta. Por meio de testes, seus dedos reponderam a reflexos e ela parecia estar respirando, sem a ajuda de aparelhos. Contudo, na sala de cirurgia, a paciente subitamente acordou e espantou toda a equipe médica.
Por fim, o hospital acabou sendo multado em 6 mil dólares. Além disso, eles também precisaram ser investigados, por cometerem um erro tão “básico”. Entretanto, infelizmente, Collen Burns cometeu suicídio apenas 1 ano e quatro meses após o incidente.
Em 2013, um americano, chamado Joe Nagy, descobriu que sua alergia se tratava de um líquido, que tinha origem no cérebro. De acordo com ele, a substância saía das narinas “como lágrimas dos olhos”. Entretanto, mesmo com medicação, o problema passou a ficar recorrente, acontecendo de uma a duas vezes por semana, e depois, indo para “quase o tempo todo”, relatou Nagy.
“Eu cheguei ao ponto em que eu tinha lenços o tempo todo. O meu bolso estava cheio de lenços”, disse Nagy. Por fim, ao ir ao médico, ele descobriu que uma membrana específica, que protege o cérebro, estava com um buraco, e por isso, o fluído vazava. E depois de uma cirurgia, a vazamento parou e nunca mais voltou.
Por mais de uma década, um jovem viveu com um lápis, dentro de sua cabeça. Em 2011, um homem reclamava de dores de cabeça, secreção nasal e uma perda de visão no olho direito. No entanto, o que foi visto na tomografia realizada nele, chocou a todos. Perguntado sobre como um lápis teria ido parar ali, ele contou sobre um acidente, em que caiu e sofreu uma forte hemorragia nasal. Contudo, mesmo depois da cirurgia, o lápis, de 7 centímetros, fez estrago e danificou permanentemente sua órbita ocular.
Quando faltavam apenas três semanas para seu bebê nascer, Erica Nigrelli sofreu um ataque cardíaco e morreu. No entanto, todos os sintomas apontavam para o nascimento do bebê. Mas antes mesmo de chegar ao hospital, seu pulso já havia sumido. E com um cesariana, os médicos conseguiram salvar o bebê. Contudo, algo incrível aconteceu, Erica voltou à vida. Em seguida, foi colocada em coma induzido por cinco dias, e depois disso, se recuperou por completo.
Aos 66 anos, esse homem nunca havia estranhado nada de anormal em seu corpo. No entanto, uma dor estranha o fez ir ao médio. E o diagnóstico? Ele tinha um cisto no ovário esquerdo. E mais do que uma doença diagnosticada, ele recebeu o laudo de que tinha o corpo de uma mulher.
Essa condição é conhecida como hiperplasia adrenal congênita (HAC). Mas para além disso, o homem deveria ter sido tratado na infância. Com isso, o homem chinês possuía um micro pênis. Por por escolha do próprio paciente, junto com o cisto do ovário, os médicos também removeram o útero atrofiado e as trompas uterinas. Assim, ele continuou a se reconhecer como homem.
Durante um procedimento de parto, um ginecologista jordaniano teria deixado seu telefone dentro da paciente. “Minha filha sofreu graves dores e não conseguia se mover. Eu a trouxe de volta para o hospital, onde nada foi feito por ela”, disse a mãe da parturiente. Assim, ao realizar um exame de raio-X, a paciente foi imediatamente operada, e o celular, identificado e removido.
Com apenas 9 anos, Ming Li foi atropelada por um trator, quando estava indo para a escola. No acidente, a jovem chinesa perdeu a mão esquerda, mas ainda havia esperanças de reimplantá-la. Contudo, seu braço ainda estava muito ferido, e a melhor solução foi colocá-la na perna da garota. Assim, por três meses, a menina teve uma mão saindo do próprio tornozelo. Mas a boa notícia é que ela conseguiu ter sua mão de volta, e ainda, mexer os pulsos.






