
Histórias, como as da loira do banheiro, homem do saco e da mulher de branco, são exemplos comuns de lendas urbanas. Esses mitos contemporâneos são divulgados no “boca a boca”, e na maioria das vezes, servem para assustar crianças desavisadas. Contudo, algumas lendas urbanas conseguem alcançar muito mais do que o seu objetivo inicial. E com isso, atacam nossos medos mais profundos, propagando uma sensação de ansiedade e insegurança em toda a sociedade. Até por conta disso, muitas lendas urbanas já conseguiram causar o pânico moral em cidades inteiras.
Sendo as lendas urbanas, inicialmente, divulgadas em pátios de escolas, quadros com mensagens, muitos desses mitos chegaram a ser matérias de jornal e programas de entrevista no passado. E de fato, causaram receio em muita gente. Hoje, a prática ainda existe e ainda conta com as redes sociais pra ajudar a difundir o pânico. Por isso, resolvemos separar 7 lendas urbanas que mais causaram pânico moral na sociedade.
Essa história diz que um círculo criminoso, bem organizado e bem financiado, estaria drogando viajantes e removendo seus rins. Contudo, essa lenda urbana chegou a ser muito difundida, em grande cidades americanas. No entanto, por mais que a comoção tenha sido grande, nenhum caso chegou a ser confirmado pela polícia.
Cuidado! Essa droga, produzida pela fermentação de esgoto bruto, pode aumentar, e muito, os níveis de euforia de uma pessoa. Além de provocar fortes alucinações, quando seu gás é inalado. No entanto, seu grande segredo é que a droga não existe. E toda essa história chegou a enganar grandes portais de notícia. Mas não passava de uma onda de fofocas.
Durante um certo tempo, houve boatos de que, para se entrar em uma gangue, era preciso matar crianças ou mulheres em um Walmart. E essa história foi o suficiente, para causar um pânico generalizado e paralisar as linhas da polícia. Com isso, muitas pessoas evitaram fazer comprar no Walmart, nos dias seguintes à disseminação do boato. Contudo, tudo não passava de uma falsa lenda urbana.
Ninguém estava seguro em lugar algum, seja no cinema, raves ou boates, todos estavam sujeitos a ataques de agulhas, contaminadas com AIDS. Na história, a pessoa, que recebia a picada, descobria a doença com uma mensagem presa na roupa: “bem-vindo ao mundo da AIDS”. Além disso, por mais que os ataques fossem falsos, diversas variações da lenda se espalharam rapidamente, por e-mail e outros meios de comunicação. No entanto, ainda que houvesse casos de pessoas furadas com agulhas, apenas um evento isolado encontrou um homem, que infectou alguém com o vírus do HIV. E o grande motivo, por trás da lenda, era o de assustar as pessoas e instigar um medo coletivo.
Segundo a lenda, cada pulseira representava um código sexual para ser realizado. Para se ter uma ideia, os códigos variavam de um beijo até uma relação sexual, caso a pulseira fosse trocada ou rasgada. Na história, o item funcionava como uma espécie de “cupom sexual”. Contudo, várias escolas baniram as pulseiras, que foram muito populares entre os jovens e adolescentes.
Dentro das escolas, surgiu um boato de que tatuagens temporárias, embebidas de LSD, estariam sendo distribuídas para crianças e adolescentes se viciarem na droga. E para isso, a tatuagem assumiria um desenho de estrela azul ou de personagens infantis. Contudo, nada disso aconteceu e o mais engraçado da história, é que LSD não é uma droga viciante.
De longe, aqui está a lenda urbana mais popular dessa lista. E até rumores, de pessoas que dão doces envenenados para crianças, são extremamente comuns por conta de todo o caso. Além disso, a lenda ganha ainda mais força, em lugares onde o Dia das Bruxas é celebrado. Contudo, nenhum caso de envenenamento foi registrado.






