7 motivos pelos quais o Apocalipse Zumbi nunca vai acontecer

POR A redação    EM Lendas Urbanas      21/08/15 às 14h24

Resident Evil e The Walking Dead construíram todo um imaginário de Apocalipse Zumbi na nossa cabeça. Uma epidemia de mortos-vivos que ameaça acabar com a humanidade, e os poucos sobreviventes tem que matar os zumbis e aprender a sobreviver com os poucos recursos.

No entanto, não seria assim tão cinematográfico. Zumbis iriam morrer (definitivamente) mais cedo e mais fácil do que se imagina, o que faria o Apocalipse Zumbi durar pouco, no máximo de 5 a 10 anos, dependendo do tamanho da epidemia.

Confira 7 motivos pelos quais o Apocalipse Zumbi nunca vai acontecer:

7 - Predadores naturais

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Os seres humanos aparentemente estão no topo da cadeia alimentar, mas não porque são duros na queda. Os seres humanos são presas fáceis para muitos animais, mas com as cidades, tecnologia, armamento e inteligência, animais e homens convivem em harmonia. Mas os zumbis são mais burros, mas debilitados e seguem seus instintos básicos de comer e caçar o que se movimenta.

Com isso, eles seriam algos de leões, ursos, lobos, e até mesmo cachorros, gatos e insetos. Sem seres humanos para alimentar os animais de estimação, ou de zoológicos, ou parques, etc, eles procurariam seus alimentos na natureza, e o alvo mais fácil iria ser os lentos e debilitados zumbis. Os insetos, por sua vez, iriam se proliferar na carne decomposta dos mortos-vivos.

E se os animais não morrerem ou virarem zumbis ao comer carne infectada, melhor ainda. Mas poucos são os enredos nos quais bichos viram zumbis, então podemos considerá-los a salvo.

6 - Eles não aguentam o calor

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Os zumbis continuam a apodrecer, ainda que se alimentem, Talvez seja charme, ou talvez porque estão mortos, ou talvez porque o corpo deles consomem os próprios tecidos para dar energia à ele. Mas o que ninguém procura mostrar nos filmes é como o sol acelera a putrefação.

O calor faz as bactérias se reproduzirem mais e mais rápido. Com isso, zumbis  das zonas tropicais e úmidas durariam bem menos do que se espera. Além disso, as bactérias dos intestinos dos zumbis se reproduziria tanto e geraria tantos gazes que muitos deles iriam explodir.

Nas zonas tropicais secas, por outro lado, os zumbis iriam se desidratas e começar a mumificar devido ao calor.

E ainda que eles possam ficar "vivos", o calor em excesso danificaria os seus órgãos internos, especialmente os cérebros, e eles morreriam de vez.

 

5 - Eles não aguentam o frio

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Zumbis são mais mortos do que vivos, o que significa que eles são basicamente carne. Da mesma forma que ocorre com as carnes no seu congelador, no frio, sem comida ou metabolismo para os aquecer, eles iriam acabar congelando com as baixas temperaturas.

Ao terem músculos e tecidos congelados, os zumbis vão ficar imóveis e acabar tendo o próprio cérebro congelado, o que vai matá-los novamente.

Mas essas temperaturas tem que ser muito baixas. Zonas frias fazem, na verdade, os zumbis durarem mais, pois a carne vai se decompor mais lentamente. Temperaturas próximas ou abaixo de zero é uma segunda morte certa para os zumbis.

4 - Morder não é uma maneira eficaz de epidemia

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Quantos casos de "apocalipse de cachorros raivosos" você conhece? Quase 99% dos enredos de zumbis tem uma contaminação por mordidas, mas essa não é uma forma eficaz de propagar uma doença. Quanto mais sorrateira, melhor. Ar, água, sexo... As maiores epidemias do mundo são bem mais sorrateiras.

Várias entidades de saúde mundiais estão altamente preparadas para lidar com surtos. Quando estouram gripes suínas e aviárias, ou até mesmo o ebola, os governos fecham aeroportos, fazem testes, isolam pessoas em quarentena, e se aplicam muito na produção de vacinas e tratamentos. Uma infestação zumbi com certeza seria isolada com sucesso. E sendo a mordida a única forma de transferência, seria bem mais fácil de controlar.

3 - Eles não podem curar de desgastes diários

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Sem um sistema nervoso central em pleno funcionamento, os zumbis se tornam desastrados e sujeitos a tropeços, cortes, quedas, etc. E todas os ferimentos e partes do corpo perdidas e danificadas não seriam curadas. Em vez disso, cada vez mais partes seriam expostas e danificadas, e com mais danos, mas inviáveis os corpos dos zumbis se tornam.

E essa falta de senso e juízo ajudaria, e muito, na extinção dos zumbis. Eles iam cair de prédios e pontes, ou cair em fossos e espetos, e morrer definitivamente.

2 - O relevo é cheio de barreiras anti-Zumbis

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Zumbis não tem senso de direção nem GPS, com isso podem se perder com facilidade, e nem procurar as melhores (ou únicas) rotas para chegar à determinado lugar. Conseguimos sobreviver em desertos, selvas, mares, etc, devido à nossa capacidade de raciocinar. Mas os zumbis, ao andar por montanhas, rios, desfiladeiros, florestas etc, morreriam de vez certamente.

Além disso, as próprias cidades seriam uma paisagem favorável aos humanos, diferente do que se tem mostrado. Qualquer lugar alto já te deixaria livre dos zumbis. Suba no muro da vizinha ou dê a volta no quarteirão se estiver num apocalipse zumbi.

1 - Armas

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O ser humano é especialista em mortes e destruição. Os índices de assassinato e uso de armas já são altos com as leis e direitos humanos vigentes. Mais de 14 milhões de pessoas tem licença pra caçar, só nos Estados Unidos. Imagine o que alguém não faria se matar fosse livremente permitido.

Um exército de assassinos estaria pronto para matar todos os zumbis do mundo, com armas, facões, espadas, facas, arcos, granadas, molotov, bastões de basebol, paus e pedras. E zumbis são ótimos instrumentos para se praticar o homicídio, porque já estão mortos.

Sem contar os tanques, caças, helicópteros e navios militares. O estrago seria ainda maior.

R.I.P. Zumbis.

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A redação
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL

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