
Guerra é um confronto de interesses e tem a disputa de dois, ou mais, grupos de indivíduos. Em suma, sendo eles mais ou menos organizados, utilizando-se de armas para tentar derrotar o adversário. Nosso planeta já sofreu com algumas guerras, que geraram consequências devastadoras na época e mudaram o rumo da história, depois de terem acontecido.
Várias guerras civis conhecidas estão nos livros de História. E elas tiveram um número relativamente baixo de mortes. Mas as mais sangrentas não são muito conhecidas. Mostramos aqui algumas dessas guerras.
Essa guerra começou com um golpe de Estado, em 1962. Eleito por revolucionários que destronaram o Imam Muhammad al-Badr, o líder do Reino do Iêmen começou todo o processo. Os revolucionários se livraram da monarquia e estabeleceram a república.
Al-Badr foi para a Arábia Saudita e teve apoio entre as tribos xiitas. A guerra civil foi entre mo Kingdom do Iêmen e a República Árabe do Iêmen. Os revolucionários reivindicaram a vitória em 1970. E a guerra realmente acabou quando o Egito concordou em tirar suas tropas.
Essa revolta aconteceu pelo antagonismo racial e guerra de classes. Esse confronto, na China, foi caótico e envolveu líderes perseguindo objetivos que não eram claros o suficiente. O povo Hui queria criar um país muçulmano, separado nas margens do Rio Amarelo, e se levantou contra Hans não muçulmano.
Os Hui sitiaram Xi’an, refugiados fugiram e formaram batalhões com arsenais modernos. Essa guerra terminou quando um general da dinastia Qing conseguiu acalmar as tensões. Mas, até hoje, a região tem uma certa agitação. Acredita-se que 20 milhões de pessoas foram mortas no conflito.
Em 1927, o generalíssimo Chiang Kai-Shek tentou unificar a China e acabar com o domínio local dos senhores da guerra, nos cantos da dinastia. Mas esse esforço começou a guerra civil e durou até o começo da Segunda Guerra Mundial. Depois da grande guerra, a batalha local foi retomada e durou por mais cinco anos.
Hoje, essa guerra é vista de maneira positiva na China. Mas ela resultou em oito milhões de mortes.
Essa foi a guerra mais mortal desde a Segunda Guerra Mundial. Ela foi, em parte, uma guerra civil, étnica e de mercadorias. Além de envolver nove nações. A guerra começou em 1998, depois da posse do presidente da República Democrática do Congo, Laurent-Désiré Kabila.
Em 2002, um acordo de paz foi assinado. Mesmo assim, o Congo ainda continua volátil e perigoso. Acredita-se que 5,4 milhões de pessoas tenham morrido na guerra.
Essa pequena região nigeriana declarou sua independência em 1967. Foi então que o governo nacional travou uma guerra, para mantê-la no lugar. Mesmo tendo sido ajudados por várias nações europeias, os biafrenses foram mortos no campo de batalha. E alguns também morreram de fome, por causa de um bloqueio do governo nigeriano de suprimentos e assistência.
Os biafrenses perderam a guerra de Biafra e três milhões de pessoas perderam suas vidas.
Por mais que a Segunda Guerra do Congo tenha sido mais mortal, foi a primeira que preparou o terreno para a instabilidade na África Central. Em 1996, as tropas ruandesas invadiram o Zaire, que é a atual República Democrática do Congo.
A violência foi bastante brutal e, em sua maioria, direcionada às mulheres e crianças. Acredita-se que mais de um milhão de pessoas morreram.
Essa guerra começou em 1992, e ainda está acontecendo. Ela produziu o que pode ser considerado as novas nações, Somalilândia e Puntland. Em 1986, a oposição na Somália, contra o governo, cresceu quando o Conselho Revolucionário Supremo ficou mais autoritário e arbitrário.
Atualmente, o governo central controla muito, mas não tudo o que se chama de Somália. Em síntese, estima-se que 500 mil pessoas tenham morrido por causa dessa guerra.





