• MAIS LIDAS
  • QUIZ
  • VÍDEOS
  • ANUNCIE


7 ridículos IgNobel já ganhados na História

POR Bruno Dias    EM Curiosidades      08/08/19 às 16h38

O Prêmio Nobel é talvez um dos mais importantes do mundo. Ele premia e reconhece as pessoas que realizam pesquisas de grande valor para a vida e bem-estar do ser humano. São várias as áreas premiadas: Literatura, Matemática, Biologia, Medicina, o nobel da Paz e várias outras.

Ele é conhecido por quase todas as pessoas do mundo. Agora, já o IgNobel não são todas as pessoas que conhecem. Esse é um prêmio dado em setembro, na Universidade de Harvard, aos autores de pesquissa, experimentos e outras atividades inusitadas em várias áreas da ciência. O lema desse prêmio é "primeiro fazer as pessoas rirem, e depois pensarem". Nós mostramos aqui alguns dos ganhadores desse prêmio.

1 - SnotBot

Cientistas passam suas vidas se dedicando a seus projetos. Alguns tentam encontrar a cura do câncer e outros procuram muco em baleias. As cientistas Karina Acevedo-Whitehouse, Agnes Rocha-Gosselin e Diane Gendron se dedicaram ao segundo. Elas construíram o SnotBot, que se trata de um drone especializado para coletar muco nasal de grandes mamíferos marinhos.

Ele foi o vencedor do IgNobel em 2010, no quesito de engenharia. Esses drones voam em cima das baleias e coletam amostras dos jatos que elas expiram dos pulmões. Na teoria, esse é um jeito maravilhoso de coletar informações dos animais, sem os perturbar. Mas, na prática, é um helicóptero para colecionar muco.

2 - Universo ficcional do Príncipe Nigeriano

Em 2005, o IgNobel, para literatura, foi dado a empreendedores online da Nigéria. Eles criaram uma série inovadora de contos, que foram lidos por milhares de pessoas no mundo todo. Os contos têm vários personagens ricos, como o advogado, Jon A. Mbeki, e a senhora Mariam Sanni Abacha.

As histórias variam, mas todas elas estão conectadas por um infeliz fato de que eles não conseguem ter acesso à sua riqueza. E cabe ao leitor dá-los um pouco de dinheiro e eles lhe pagarão mil vezes mais, se não mais. Então, esses milionários receberam seus fundos de volta. O IgNobel foi dado ao golpe do príncipe nigeriano.

3 - Estudo "Huh?"

O IgNobel de literatura, de 2015, foi dado à Mark Dingemanse, Francisco Torreira e Nick J. Enfield, que fizeram uma pesquisa chamada "O 'huh' é uma palavra universal?". Eles estudaram para ver em quantas línguas essa infraestrutura conversacional aparece.

O que os pesquisadores descobriram é que toda linguagem parece ter uma versão do 'huh'. Isso é bastante interessante, ou seria se os pesquisadores soubessem o porquê isso era verdade. Os pesquisadores levaram o seu IgNobel a sério, tanto que é a primeira coisa que eles mencionam no estudo. Eles também usam essa notoriedade para abranger o estudo de acompanhamento, que é bem maior, sobre o reparo de problemas de comunicação universal.

4 - Habilidades linguísticas em ratos

Em 2005, três pesquisadores, da Universidade de Barcelona, escreveram um estudo chamado "Efeitos da variabilidade de fala de trás para frente e de palestrantes na discriminação de linguagem por ratos". Esse estudo mostrou que os ratos, às vezes, não são capazes de distinguir qual língua a pessoa está falando, quando ela fala de trás para frente.

O estudo deu, aos seus autores, o IgNobel de linguística, em 2007. De acordo com a New Scientist, os pesquisadores descobriram que os ratos conseguem distinguir idiomas, quando falados normalmente e preferem os que eles estão mais acostumados a ouvir.

5 - Benefícios do canibalismo

James Cole ganhou o IgNobel de nutrição, em 2018, pelo seu estudo sobre a ingestão calórica em dietas de carne. Mas o estudo dele não foi nada muito ético a ser seguido, já que ele chamava "Avaliando o significado calórico dos episódios de canibalismo humano no paleolítico".

Cole pesquisou o valor nutricional do canibalismo e descobriu que a ingestão calórica, em uma dieta canibal, é muito menor do que as que se baseiam em carnes tradicionais de animais.

6 - Lençóis enrugados

Ninguém gosta muito quando seus lençóis ficam enrugados. Mas a maioria das pessoas também não se incomoda muito, a ponto de estudar o porquê disso, e presume que é por causa de nosso movimento, enquanto dormimos.

Mas esse não foi o caso de L. Mahadevan, da Universidade de Harvard, e Enricue Cerda Villablanca, da Universidade de Santiago. Eles estudaram o processo exato, de como os lençóis se enrugam, nos seus trabalhos, feitos em 2002 e 2003. Seus estudos foram dignos de receber o IgNobel de física, em 2007.

7 - Vacas com nomes produzem mais leite?

Em 2009, os Annals of Improbable Research, que são os organizadores do prêmio, criaram a categoria de medicina veterinária. E parece que ela foi feita para Catherine Douglas e Peter Rowlinson, da Universidade de Newcastle, no Reino Unido.

Eles estudaram 516 produtores de leite, com o intuito de descobrir se as vacas, que tinham nomes, produziam mais leite do que as vacas sem nome. E para a surpresa, aquelas com nomes realmente produziram mais leite. Elas deram 68 galões a mais, em um período de dez meses, do que suas primas sem nomes.

Próxima Matéria
Via   Toptenz  
Imagens Toptenz
Bruno Dias
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, Clique aqui.


Matérias selecionadas especialmente para você

Curta Fatos Desconhecidos no Facebook
Confira nosso canal no Youtube
Siga-nos no
Instagram
Siga Fatos Desconhecidos no Google+