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7 vírus que estão tornando o mundo melhor

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Um estudo, realizado recentemente, mostra como alguns tipos de vírus estão tornando o mundo melhor, e assim, ajudando a vida humana. Esse estudo abre possibilidades surpreendentes, para a medicina, da forma como conhecemos hoje. O estudo buscou mostrar como o intestino humano funciona diariamente. E o que descobriram, explorando o microbioma humano, é surpreendente.

Cerca de mais de 1.200 espécies de bactérias diferentes habitam o corpo humano, sendo que a maioria se encontra no sistema digestivo. E elas contribuem não apenas na digestão, mas também na eliminação de agentes patogênicos e na produção de proteínas. Às vezes, essas mesmas bactérias podem se rebelar, causar doenças. Mas os efeitos também podem ser vantajosos. Até porque, grande parte do microbioma ainda é um território inexplorada pela medicina.

“A implicação mais importante do nosso estudo é que devemos considerar os vírus não só como causadores de doenças, mas também, possivelmente, que sejam benéficos para a saúde humana”, diz Mark Young, pesquisador da Universidade Estadual de Montana (EUA) e principal autor do estudo, em entrevista ao El País.

Vamos conhecer agora, os 7 vírus que estão tornando o mundo melhor.

1- Vírus Fago

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O fago é um tipo de vírus, que afeta apenas bactérias. Ele consiste em uma proteína protetora em seu exterior, cujo seu núcleo contém material genético. Os fagos podem ser usados nos tratamentos no sistema digestivo. Isso, por serem muito seletivos. O fago é uma espécie que se alimenta de um tipo muito específico de micróbio. Um possível uso terapêutico seria empregá-los no combate à infecções, assim, substituindo os antibióticos, e, consequentemente, podendo solucionar a preocupante falta de novos antibióticos.

2- Vírus antibióticos

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Os bacteriófagos são vírus que não afetam o ser humano. São considerados como inimigos naturais das bactérias. O bacteriófagos promovem o desenvolvimento de bactérias benéficas, que melhoram a saúde gastrointestinal, a função imunitária e os processos antiinflamatórios. Os bacteriófagos poderão ser promissores substitutos dos antibióticos, na gestão das bactérias prejudiciais gastrointestinais.

3- Vírus que matam outros vírus

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Cientistas americanos acreditam que é possível atacar um vírus com outro vírus. E é por isso, que, em 2016, criaram o reovírus, a partir do vírus da Hepatite C. A Hepatite C é uma causa comum de câncer no fígado. E quando o reovírus é introduzido no corpo, ele estimula uma proteína sinalizadora, chamada interferon. E essa proteína ativa um tipo de glóbulo branco, chamado célula Killer Natural. Em suma, em experimentos com amostras de câncer humano e camundongos, as células Natural Killer matam o tumor e as células infectadas com hepatite C. A terapia de reovírus também pode ser usada para outros tipos de câncer, associados a infecções por vírus, como o linfoma, que é associado ao vírus Epstein-Barr.

4- Vírus que combatem o câncer

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Em 2017, pesquisadores da Coreia do Sul desenvolveram uma espécie de bactéria, que invade o tumor cancerígeno. A bactéria atua no sistema imunológico do corpo e ataca as células cancerígenas. Surpreendentemente, algo que funcionou na redução de câncer em ratos. Contudo, os estudos continuam. Do mesmo modo que a esperança em usar no ser humano Já nos Estados Unidos, cientistas criaram uma versão do vírus da Herpes, para combater tumores. O vírus da Herpes abre o sistema imunológico, e o sistema imunológico ataca as células cancerígenas. Mas ainda não se sabe, ao certo, se ele atua em todas as células cancerígenas ou somente naquelas em que o vírus da Herpes infectar.

5- Vírus da bateria

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Cientistas da Universidade de Massachusetts criaram um vírus chamado M13. Em suma, esse vírus foi usado nos polos das baterias. E ele atua, basicamente, melhorando as taxas de carregamento e desempenho das baterias. Outro benefício é o aumento da estabilidade do eletrodo e a menor necessidade de metais caros. Como paládio, para as baterias. Ademais, estima-se que, com M13, possa se alimentar um Ipod por até 40 horas. Além de melhorar as baterias de lítio.

6- Vírus que produz eletricidade

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Em suma, os cientistas do Berkeley Lab usaram o vírus M13, que é inofensivo ao ser humano, e ataca apenas bactérias, para gerar eletricidade. Pelo fato de se multiplicar aos milhões, e de se organizar, naturalmente, em filmes organizados, eles acabam por ser fáceis de se projetarem geneticamente. E assim, os cientistas aumentaram sua voltagem, além de que, sua auto-organização ajuda com o objetivo de auto-montagem em nanotecnologia. Em síntese, esse vírus transforma a força da torneira em eletricidade, produzindo corrente suficiente para operar uma tela de cristal líquido. Acredita-se que, futuramente, os dispositivos elétrico possam ser carregados a partir de vibrações de tarefas diárias.

7- Ovos azuis

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Já conhecemos ovos nas cores brancas e marrom, mas e azul, você conhece? Bem, o ovo azul pode obter essa cor através de infecções virais e por conta do sangue. Um retrovírus pode alterar a cor da casca do ovo, alterando o código genético. Historicamente falando, a raça Dongxiang tem a mutação de ovo azulado-esverdeada, há pelo menos 500 anos, e as aves Mapuche há 200 a 500 anos. E a característica é autossômica dominante, portanto, as galinhas precisam de apenas um dos pais, com a mutação, para depositar os ovos coloridos. Aparentemente, a mudança da cor não altera o sabor.

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