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Casal gay adota bebê com HIV que havia sido rejeitado por 10 famílias

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Recentemente, as pessoas, na internet, ficaram muito emocionadas com uma história muito peculiar. Um casal decidiu adotar uma bebê, que havia sido rejeitada por dez outras famílias por ser HIV positivo. A menina foi adotada por Damian Pighin, de 42 anos, e Ariel Vijarra, de 39. Eles são o primeiro casal gay a se casarem na província de Santa Fé, na Argentina, onde vivem atualmente.

Desde 2011, o casal havia decidido expandir sua família e adotar uma criança. No entanto, o casal foi deixado na lista de espera por longos 3 anos. Porém, em 2014, esse sonho se tornou possível. Na época, o casal recebeu uma ligação sobre um bebê recém-nascido chamado Olívia e que havia sido diagnosticada com HIV positivo.

Aquela era uma oportunidade única para o casal, e o status sorológico da menina pouco importava a eles. Afinal, esta não deveria ser uma barreira para o amor. A pequena Olívia, antes de encontrar Damian e Ariel, foi apresentada à dez outras famílias e foi rejeitada, por todas elas, por causa de seu diagnóstico. Felizmente, o casal argentino abriu os braços para recebê-la e lhe dar um lar amoroso.

Eles levaram Olivia para casa, quando ela tinha menos de um mês de idade. Atualmente, eles são pais de duas meninas adotivas, Olivia e Victoria. O segundo bebê foi adotado pelo casal em 2015, quando uma mulher ouviu sobre a história do casal e queria que eles adotassem sua filha.

Assim, eles o fizeram, e Victoria se juntou à família. As meninas possuem a mesma idade. Embora o aniversário de Olívia, que completará 5 anos de idade, seja comemorado em outubro e o de Victoria em fevereiro. Tanto Ariel quanto Damien trabalham para uma ONG, chamada Acunar Familias, que ajuda os casais a adotarem crianças que foram rejeitadas.

Uma nova vida

“Assim que a vi, senti que ela fazia parte da minha vida. A conexão foi imediata. Nós a seguramos em nossos braços, demos a ela a mamadeira e ela olhou para nós com os olhos bem abertos, sem chorar”, disse Ariel.

Olivia respondeu muito bem ao tratamento contra o HIV. Tão logo a menina foi adotada, e os cuidados com sua saúde iniciaram, ela começou a ganhar peso. Há alguns anos, a família recebeu a grande notícia de vírus não era mais detectável em Olivia. Assim, a menina terá possibilidade de viver uma vida uma vida longa e saudável.

Mesmo ainda não havendo cura para o HIV, o tratamento reduz significativamente o vírus no organismo. Até chegar um ponto em que ele não é mais detectado. Uma carga viral indetectável significa que a pessoa, convivendo com o HIV, não mais o transmite e o vírus não é mais capaz de prejudicar seu sistema imunológico.

De acordo com o portal Pink News, a história chamou a atenção das pessoas na internet, apenas alguns meses depois que um novo estudo, chamado PARTNER2, provou que existe risco zero de transmissão do HIV, durante o tratamento antirretroviral. O que é mais um motivo para comemorar na luta contra o HIV.

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