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Conheça a cidade norueguesa que precisa de espelhos gigantes para ver o Sol

POR Bruno Dias    EM Curiosidades      19/03/19 às 18h07

O sol é a estrela mais próxima da Terra e pertence à classe espectral G. Essa estrela é mediana em relação às outras. Assim como outras estrelas, o sol tem seu próprio sistema planetário que é o sistema solar, formado pelos corpos celestes que orbitam em torno dele. Esses corpos são divididos em três categorias: planetas, planetas anões e corpos menores e seus respectivos satélites.

Além disso, o sol também é responsável pela vida na Terra. As pessoas que gostam do verão por exemplo, tendem a amar o sol na pele, a claridade e o calor que ele proporciona. Há quem diga que o calor faz com que as pessoas fiquem mais felizes e façam suas atividades com maior prazer. Agora, se você é uma dessas pessoas que adora o sol já se imaginou morando em uma cidade onde quase não haja sol?

Esse é o caso da pequena cidade de Rjukan. Ela está localizada entre duas montanhas, o que faz com que haja um bloqueio para o sol chegar até lá. A cidade, que parece saída de um conto de fadas, fica sem sol por metade do ano. E por mais que ela seja bela, tem os seus problemas.

Rjukan vive nas sombras de outubro até março. Durante esse período, ela não recebe nenhuma luz solar. Isso porque as montanhas em que a cidade está no meio são tão altas que impedem o sol de chegar à cidade abaixo delas.

E as pessoas da cidade, eventualmente, também sentem falta de pegar um pouco de sol. Para que isso acontecesse, elas tinham que pegar um teleférico até uma das montanhas para que vissem e pegassem alguns raios de sol durante o período em que a cidade ficava sem nenhuma luz solar.

Solução

E pensando nesse problema que a cidade tem todos os anos, um artista local queria trazer de volta à Rjukan e aos seus moradores um pouco de vitamina D. E em 2013, ele construiu o Solspeilet. Composto por três espelhos gigantes, ele foi colocado no topo de uma montanha próxima. Tais espelhos refletem os raios de sol para a praça da cidade.

A área pode ser pequena, mas fornece uma luz bastante necessária para a cidade e seus moradores. Os espelhos custaram 800 mil dólares e algumas pessoas até acharam a ideia extravagante.
Impressionantemente, a ideia dos espelhos aumentou o turismo na região e com isso fez com que a renda da cidade também aumentasse. Além disso, os espelhos na montanha também ajudaram a afastar o transtorno afetivo sazonal (SAD). Esse é um tipo de depressão que, normalmente, acontece no outono ou inverno. As pessoas que sofrem com o transtorno tendem a mudar o humor e a ter pouca energia. Além do que, podem comer demais, dormir demais, ganhar peso e se afastarem do convívio social.

Os que correm o maior risco de ter esse tipo de problema são as mulheres e jovens adultos. Ele é diagnosticado depois de pelo menos dois anos em que os sintomas sazonais são recorrentes. A condição é tratada com doses diárias de terapias de luz e às vezes com medicação.

Esses espelhos provaram que apenas um pouco de sol pode fazer com que um longo caminho seja percorrido.

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Via   Insh  
Bruno Dias
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
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