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7 projetos loucos e realistas para naves espaciais

POR Jesus Galvão    EM Ciência e Tecnologia      19/03/19 às 18h14

Poderosas mentes estão por aí, mundo afora, pensando sobre como poderemos evoluir nas viagens interestelares. Conceitos e designs detalhados já foram criados para espaçonaves que serão capazes de levar os humanos para as estrelas, assim como já vimos em diversos filmes, como Star Wars, por exemplo. Mas para que esses passeios sejam possíveis no futuro, muito ainda precisa ser feito e evoluído para viabilizá-los.

Muitos dos projetos em desenvolvimentos pelos cientistas buscar acelerar as espaçonaves a uma fração da velocidade da luz, permitindo que as viagens intergalácticas sejam concluídas em um tempo hábil, onde os humanos possam chegar a seus destinos enquanto ainda estiverem vivos. Pensando nisso, hoje, listamos para vocês alguns desses projetos e você confere logo baixo.

1 - Nanotecnologia

Uma melhoria na propulsão iônica feita pelos pesquisadores da Universidade de Michigan foi chamada de nanoFET. Ao invés de utilizar átomos de xenônio, os propelentes são grandes partículas criadas pelo homem chamadas de nanotubos de carbono. Elas podem ser carregadas e aceleradas da mesma forma que os átomos de xenônio.

Mas, por serem massivos, sua ejeção fará com que a espaçonave tenha um impulso muito maior. Porém, o processo ainda é muito complexo e a tecnologia ainda precisa avançar um pouco mais para se tornar viável.

2 - Bombas nucleares

Explosões de pequenas bombas nucleares na traseira das espaçonaves poderiam impulsioná-las ainda mais. A energia da explosão seria absorvida em uma placa que aceleraria a espaçonave a 3% da velocidade da luz. No entanto, é bem provável que os passageiros desses veículos experimentassem turbulências horrendas. Porém, é muito possível que nossos cientistas consigam encontrar um meio para tornar isso o mais suave o possível.

3 - Ramjets

Existem diversos projetos que desejam "abastecer" espaçonaves com fusão do hidrogênio. Com o uso de lasers ou ímãs de alta potência, o hidrogênio seria comprimido e aquecido até a ignição da fusão. Isso liberaria energia térmica que seria transferida para átomos vizinhos, acelerando-os. Eles seriam expelidos da nave por um bocal, acelerando a nave a cerca de 90 milhões de quilômetros por hora.

O hidrogênio necessário seria armazenado a bordo ou coletado no próprio espaço, matéria e radiação entre as estrelas, conforme a espaçonave faz sua viagem.

4 - Antimatéria

As partículas antimatéria possuem propriedades opostas à matéria regular. Assim, um próton tem um carga positiva e um antipróton tem uma carga negativa. Se uma partícula antimatéria entra em contato com uma partícula de matéria comum, elas provocam um explosão gigantesca, convertendo 100% da massa de partículas em uma grande onda de energia.

Para termos uma noção, os cientistas estimam que uma nave impulsionada por explosões de antimatéria poderia viajar por volta de 40% da velocidade da luz. A dificuldade dessa tecnologia é sintetizar a antimatéria. Até o momento não temos tecnologia suficiente para criar quantidades suficientes para viabilizar um voo.

5 - Velas solares

Apesar de parecer coisa de filme, a NASA já realizou teste com espaçonaves movidas com velas solares. Os fótons refletidos em um espelho exerce uma pressão sob a vela. Com o tempo, essa pressão aumenta e a espaçonave e a nave podem alcançar velocidades de até 241 mil quilômetros por hora. Embora isso seja rápido, tal velocidade ainda não é suficiente para viagens interestelares.

6 - Buraco Negro

Já pensou em um nave espacial movida por um buraco negro. Apesar de parecer irrealista, a espaçonave aproveitaria da radiação de Hawking, fenômeno descoberto por Stephen Hawking. A radiação de Hawking acontece quando um buraco negro evapora. Ao longo de sua vida, um buraco negro emitirá radiação e encolherá. À medida em que ele fica menor, esse processo se acelera. Assim, criando um pequeno buraco negro artificial, a radiação de Hawking poderia ser utilizada como energia propulsora da espaçonave.

7 - Combustível em Saturno

Devido as suas características, alguns entusiastas da exploração espacial estão considerando substituir o combustível tradicional dos foguetes e espaçonaves por um combustível de metano. Isso porque o metano não é tóxico, pode ser armazenado em temperaturas muito mais altas e é mais denso que o hidrogênio líquido, utilizado atualmente, permitindo que mais combustível seja armazenado.

No entanto, por mais que o metano seja comum na Terra, ele não é facilmente acumulado. Entretanto, em Titã, maior lua de Saturno, existem diversos lagos do combustível em estado líquido só esperando para serem utilizados.

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Jesus Galvão
Goiano, Canceriano e Publicitário.
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