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Dispositivo VR usa substâncias para proporcionar sensações físicas

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Já pensou no futuro da tecnologia? Que tipo de dispositivos teremos no ano 2060 e será que vão ser parecidos com aqueles mostrados em filmes de ficção científica? Parece que o futuro já chegou e, com ele, a realidade virtual se torna ainda mais real. Veja esse dispositivo VR que é o futuro da imersão!

Um grupo de pesquisadores do Laboratório de Integração Humana-Computador da Universidade de Chicago criou um novo dispositivo de realidade virtual que utiliza substâncias químicas para proporcionar sensações na pele do usuário. Assim, o dispositivo é capaz de causar qualquer sensação, desde o adormecimento até o aquecimento. O mais assustador é que ele consegue provocar sensações desagradáveis também.

Substâncias químicas

Hortelã

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Os estudiosos defendem que o conjunto de VR é uma nova classe de dispositivo de tato que libera estimulantes líquidos na pele do usuário. No vídeo publicado pelo Laboratório de Integração, demonstram como as substâncias funcionam. Como reforçado no vídeo, essas substâncias oferecem sensações leves e seguras que catalisam reações físicas na pele.

As substâncias químicas utilizadas incluem lidocaína, mentol e capsaicina para adormecer, esfriar e esquentar, respectivamente. Outras substâncias também são usadas em diferentes misturas.

Sistema VR

Os cientistas explicam que o sistema VR libera as sensações químicas na pele por meio de dispositivos controlados. Dessa forma, esses mecanismos podem ser usados em qualquer lugar do corpo, dependendo da realidade virtual. Já os dispositivos são feitos de silicone com microaberturas por onde as substâncias são liberadas em contato com a pele.

No vídeo, a usuária utiliza um headset VR com canais que bombeiam as substâncias e o dispositivo de silicone ao redor do antebraço. Na demonstração, ela toca no braço, abre portais e ainda anda na neve. As sensações que sente são de formigamento para simular os choques da realidade virtual. Além disso, ao andar na neve, o headset libera mentol para esfriar as bochechas, deixando a experiência mais real.

A pesquisa possui relatos de usuários que sentiram mais imersão na realidade virtual, sendo que esse é o objetivo. Contudo, os pesquisadores indicam o sistema VR para eventos físicos lentos, como a ardência que piora lentamente depois de um corte ou o esfriamento gradual em um ambiente de neve.

No futuro, os estudiosos querem desenvolver mais sensações físicas com diferentes misturas de substâncias químicas. Pode parecer um pouco assustador, mas muitos usuários defendem que gostariam de mais imersão. Portanto, isso é um caminho que está sendo desenvolvido por meio desse dispositivo VR.

 

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