
Qualquer confronto militar global será, hoje, uma catástrofe universal. Trata-se de uma guerra onde não haverá vencedores, nem vencidos. Pode-se imaginar quem ousará lançar-se em semelhante loucura? Muitas pessoas acreditam que a 3ª Guerra já começou. A crise do petróleo, o fim do e os conflitos recentes do jihadismo na França, na Nigéria e no Oriente Médio estão alavancando grandes conflitos nessas regiões.
Atualmente existem três grupos que estão no centro dos conflitos: O mega-capitalista (EUA e aliados), o Russo-Chinês e o Islâmico. Os EUA controla a economia mundial além de ditar os rumos da grande maioria das relações políticas internacionais. A interferência norte-americana em conflitos locais (oriente médio, por exemplo) pode ser um estopim para um conflito de escala global. Rússia e China, que são vizinhos territoriais e estreitaram suas relações ainda mais nos últimos anos. Desde 1991, com a dissolução da União Soviética e o estabelecimento da Federação Russa, os dois países vem experimentado um crescimento expressivo que pode incomodar os EUA. Para se ter uma ideia, o volume de negócios entre os dois países ultrapassa 87 bilhões de dólares. No grupo islâmico, os países que formam o chamado “Oriente Médio” possuem uma grande carta na manga: Petróleo. O petróleo é o principal produto desse países. Nessa região está localizada a maior concentração mundial dessa fonte energética. Aproximadamente 65% do petróleo que circula no mundo vem do Oriente Médio. Essa grande quantidade de petróleo, aliada a fatores econômicos e políticos, criou o maior cartel do mundo atual, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP).


A Coréia do Norte vem causando uma tensão política no cenário internacional. Seu tom ameaçador vem acompanhado de uma busca por poder de fogo, principalmente na aquisição de mísseis intercontinentais com ogivas nucleares. Embora haja dúvida sobre o seu armamento e sobre o poder de seu exército, sua situação perante as nações da Europa e América geram preocupação.






