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Esse é o esconderijo mais seguro em um apocalipse zumbi, de acordo com pesquisas

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Desde os primórdios da humanidade, o ser humano é fascinado pelo seu próprio fim. Não é à toa que histórias que exploram o fim do mundo fazem tanto sucesso na ficção. São vários os livros que debatem a destruição do mundo. Todos se lembram do “O Dia Depois de Amanhã” ou “2012”. Ou seja, a cultura pop está sempre retratando o tema.

Por mais que isso seja ficção, o fato é real. A raça humana vai acabar eventualmente. E se isso acontecer em um apocalipse zumbi é preciso que você tenha um plano.

Os filmes podem mostrar várias pessoas indo a algum pub ou um shopping center. Mas se o seu objetivo for sobreviver, nenhum desses lugares é uma boa opção.

Em 2015, uma equipa de estatísticos da Universidade Cornell, nos EUA, estava tentando entender melhor a propagação de doenças reais. Por isso eles fizeram um molde de propagação de uma praga zumbi fictícia se espalhando pelo território dos Estados Unidos.

Esconderijo

Os resultados da equipe mostraram que o melhor lugar para evitar a infecção seria em lugares remotos e pouco povoados. Segundo os autores, as Montanhas Rochosas do Norte, provavelmente, em algum lugar em Montana ou no Canadá, seriam o melhor lugar para se esconder.

De acordo com a simulação, um surto zumbi em grande escala em Nova York pode levar um mês ou mais para chegar até o interior do estado de Nova York. Esse tempo seria por conta da distância geográfica e por conta da taxa de infecção que ficaria cada vez menor. Isso significa que você teria um tempo razoável para planejar a fuga para as montanhas.

“Dada a dinâmica da doença, uma vez que os zumbis invadam áreas menos povoadas, todo o surto fica mais lento. Há menos humanos para morder, então você começa a criar zumbis em um ritmo mais lento”, disse o autor principal Alex Alemi.

E até que o vírus atinja comunidades rurais levaria semanas. E meses até chegar nas montanhas do norte. Contudo, assim como vimos no cinema, nem todos os zumbis são iguais. Dependendo do quão rápido eles são, é preciso revisar o plano.

Os próprios estatísticos explicaram em um comunicado. “O projeto era uma visão geral da modelagem epidemiológica moderna, começando com equações diferenciais para modelar uma população totalmente conectada, em seguida, passando para modelos baseados em rede e terminando com um completo Simulação à escala dos EUA de um surto no território continental dos EUA”, explicaram.

Apocalipse zumbi

A simulação foi feita com uma população de aproximadamente 300 milhões de pessoas, com cada uma em um dos quatro estados. Ou humano, infectado, zumbi, ou zumbi morto.

A propagação da epidemia foi modelando as interações aleatórias entre as pessoas. Por exemplo, mordidas de zumbi que infectariam pessoas e humanos matando zumbis, que retardariam a disseminação.

Por fim, os pesquisadores conseguiram localizar os lugares onde a doença demoraria mais para chegar. E mesmo com esconderijos ideais, as  perspectivas para os americanos são muito ruins.

“Nós descobrimos que para parâmetros ‘realistas’, estamos em grande parte condenados”, concluíram os estatísticos.

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