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Este homem descobriu um jeito de eternizar as tatuagens de pessoas que já morreram

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As tatuagens não só podem ser, como realmente são verdadeiras obras de arte. Cada desenho, traço e cor escolhida, foi devidamente pensada para formar essa composição, e consequentemente resultar em uma obra cheia de histórias, significados ou mero gosto pessoal.

Tem algo mais pessoal do que uma tatuagem? Pois bem, é através delas por exemplo, que podemos conhecer profundamente a personalidade de uma pessoa.

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Além disso, o que muita gente não para pra pensar, é que esse tipo de arte também exige um certo investimento por parte de quem deseja se tatuar.

É por essas e por outras, que Charles Hamm, um americano quem vive em Cleveland, criou um incrível projeto chamado “Save My Ink”, que em tradução livre significa: “ Salve a minha tatto”.

Após perder muito peso, Charles decidiu se submeter a uma cirurgia para remover os excessos de pele que ele havia acumulado. Foi nesse momento que ele cogitou a ideia pela primeira vez, visto que não queria perder nesta cirurgia as tatuagens que já colecionava.

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A ideia, portanto, era literalmente preservar uma tatuagem após a remoção da camada de pele que ela se encontra, e simplesmente moldura-la como a verdadeira obra de arte que ela é.

O objetivo é claro, não se aplicava a pessoas vivas, e sim a quem já tivesse falecido e possuísse esse atípico desejo: deixar em uma espécie de homenagem, a sua tatuagem moldurada para a família.

O mais incrível disso tudo, é que Charles decidiu desenvolver a sua técnica de preservação usando diretamente as suas próprias tatuagens que foram removidas juntamente com o seu excesso de pele nesta cirurgia.

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Foi ai, que o processo se tornou real, e através de um procedimento onde a pele passa por um processo químico e enzimático, Charles chegou a fórmula perfeita, para que aquela pele nunca entre em decomposição, deixando o resultado ainda mais bonito ao intensificar o desenho original que até então já existe.

Porém, para que tudo flua bem, a pele da região que existe a tatuagem do ente querido precisa ser removida por um embalsamador profissional, e é por isso que quem deseja ter uma tatuagem preservada, deve pagar uma taxa que equivale a 115 dólares, mais taxas anuais de 60 dólares, e na sequencia registrar qual será a tatuagem que você deseja preservar.

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Após o óbito, os parentes possuem 18 horas para informar o projeto do ocorrido, que rapidamente envia um kit de remoção com instruções e embalagens de retorno para a funerária.

É importante que a tatuagem seja removida em até 60 horas após o falecimento, e que seja reenviada ao Save My Ink o mais rápido possível.

Já com a pele removida em mãos, o projeto pode levar de 3 a 6 meses para transforma-la em moldura e envia-la a família.

Imagina só que presente mais maravilhoso! Receber um pedacinho tão importante e tão cheio de significados, logo daquela pessoa que se foi e que você sente tanto a falta.

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Pois bem, vale lembrar que o processo só pode ser feito, caso o indivíduo que possua a tatuagem tenha feito em vida um cadastro no site do projeto, ou seja, a família não pode tomar a decisão de preservar a tatuagem de um ente querido, que não tenha desejado isso em vida.

O resultado como vocês puderam conferir no decorrer da matéria é realmente fantástico! Mas e então querido leitor, você aceitaria passar por um processo como este, caso tenha alguma tatuagem? Ou se quer acharia uma boa ideia ter em sua casa a tatuagem emoldurada de um ente querido? Conta pra gente aqui em baixo pelos comentários.

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