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Estudantes mexicanas transformam água suja em combustível

POR Jesus Galvão    EM Ciência e Tecnologia      20/03/19 às 19h47

A poluição da água é um grave problema enfrentado no mundo todo. Diariamente, milhões de litros de água são contaminados, enquanto em muitas regiões do planeta, enfrentam as mais diversas condições em busca do precioso líquido para poderem permanecer vivas.

A contaminação de fontes e rios, por exemplo, ocorre pelo descarte incorreto do lixo, entre outros agentes poluentes, que acabam prejudicando o meio ambiente de diversas formas. Pensando nisso, Jeimmie Gabriela Espino Ramírez e Lisset Dayanira Neri Pérez tiveram a grande ideia de um projeto em que pudessem aproveitar a água dos esgotos e rios poluídos para produzir um combustível limpo.

A invenção

As jovens são estudantes de Engenharia Química Industrial no Instituto Politécnico Nacional (IPN), no estado de Hidalgo, no México. Juntas elas criaram um protótipo composto de um purificador e um eletrolisador portátil, que poderia ser utilizado nas regiões mais marginalizadas do país. Elas levaram cerca de 3 anos para desenvolver o projeto e agora planejam patenteá-lo.

O aparelho foi chamado de Gimfi, que na língua otomi significa "água suja", possui um filtro com camadas de algodão, areia, carvão, mármore, cascalho e tezontle, cuja função é reter as grandes partículas orgânicas e grandes sólidos. Estes purificadores poderiam gerar seu próprio combustível a partir da água residual. Para isso, bastaria coletar a água, independentemente de seu grau de contaminação.

De acordo com as estudantes, para gerar hidrogênio por eletrólise elas eles utilizam energia elétrica. Porém, futuras engenheiras farão alterações no equipamento para que a energia gasta para produzir o hidrogênio seja proveniente de painéis solares e assim transformar todo o projeto em algo sustentável.

O objetivo das jovens é de que o hidrogênio seja algo funcional. Ao invés de armazená-lo, elas poderiam utilizar o elemento químico para alimentar fogões e fornos. Gabriela e Lisset detalharam que 900 ml de água contaminada, coletadas em amostras em diferentes partes do estado em que vivem, foi o suficiente para que elas pudessem obter um líquido visivelmente mais limpo em apenas 30 minutos.

O resultado da água filtrada pelo equipamento das estudantes é um líquido com uma quantidade maior de minerais do que a água potável, pois se trata de um resíduo de efluentes.

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Via   Nation  
Imagens Periodico NMX
Jesus Galvão
Goiano, Canceriano e Publicitário.
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