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Fotos raras de Freddie Mercury e seus gatos são de derreter o coração

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Freddie Mercury, frontman da agora lendária banda de rock Queen, foi um dos maiores ícones do rock’n’roll. O astro, como é de conhecimento de todos, amava realizar shows ao vivo. O que poucos sabem é que Mercure, mesmo sendo amante da música, era um aficionado em gatos, tanto que tinha dez.

Os felinos, mesmo cada um sendo completamente diferente uns dos outros, receberam todo o amor e dedicação que eu ser humano apaixonado em pets é capaz de conceder. Mercury, nas horas vagas, mimava demasiadamente os felinos. Dizem por aí que o astro os tratava como se fossem seus próprios filhos, pois até ganhavam presentes de Natal.

Mesmo quando estava em turnê, Mercury deixava os gatos de estimação sob os cuidados de profissionais, afinal, o bicho, quando é tratado como filho, merece mesmo ser bem cuidado. O cantor, de acordo com relatos de pessoas próximas, sempre ligava para casa e pedia para falar com os felinos.

Gatos e mais gatos

Seu amor por gatos era tão profundo que chegou a influenciar sua arte. Em 1985, por exemplo, Mercury produziu um álbum solo e dedicou todas as músicas aos felinos. dentre todas as canções, uma foi feita especialmente para Delilah, a felina favorita do astro do rock.

A relação com os animais em questão surgiu na época em que o Queen lançou seu primeiro álbum. Na época, sua ex-noiva, Mary Austin, resolveu adotar dois felinos. Os gatos foram batizados de Tom e Jerry, em homenagem aos personagens de um dos desenhos animados produzidos por Hanna-Barbera.

Após a amigável separação do casal, Austin presenteou o roqueiro com outra gata, chamada Tiffany. Eventualmente, com o tempo, Mercury expandiu a família, incluindo em seu convívio Delilah, Goliath, Lily, Dorothy, Miko, Romeo e Oscar.

Residência e mimos

Embora possuísse inúmeras propriedades ao redor do mundo, a residência favorita do astro era a mansão Garden Lodge, em Kensington, na Inglaterra, pois era ali onde todos os seus bebês viviam.

Todos os gatos de Mercury eram altamente mimados. Todos, sem nenhuma exceção, comiam frango e peixe – e recém-preparados. Cada gato, além disso, possuia também sua própria meia de Natal, assim, quando chegava o feriado festivo, o astro podia depositar os presentes de cada um dos felinos.

De acordo com Jim Hutton, um dos moradores do cantor, “Freddie tratava os gatos como seus próprios filhos. Ele sempre brincava com eles e, se algum deles se machucasse quando Freddie estava fora, só Deus podia nos ajudar. Ele virava uma fera. Durante o dia, os gatos saiam da casa e ficavam na área, mas quando a noite chegava, ele ou eu reunia todos para, em seguida, colocar os bichinhos dentro de casa”.

Hutton, em uma das entrevistas que concedeu, relembrou uma ocasião em que Golias, um dos gatos, desapareceu. “Freddie ficou frenético e, em profundo desespero, atirou um lindo hibachi japonês pela janela do quarto de hóspedes”, relatou.

“O humor de Mercury só mudou quando o gato apareceu. Logo que o bichinho voltou, ele ficou horas abraçando-o e acariciando-o”, revelou Hutton. “Mas, como toda boa mãe, antes de desabar em amor, Freddie repreendeu o gato, gritando e berrando com o minúsculo Golias por ter deixado o Garden Lodge. E aquela bolinha escura de pelo ficou lá, ouvindo calmamente a explosão de Freddie e ronronando alto”.

O amor de Freddie Mercury por seus gatos foi, sem dúvida, o amor mais profundo que ele já sentiu em sua vida. Durante uma de suas últimas entrevistas, Mercury divulgou o conteúdo de seu testamento, declarando “Estou deixando tudo para Mary [Austin] e os gatos”.

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