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Incrível fóssil de uma lula antiga comendo um crustáceo enquanto era comida por um tubarão foi encontrado

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Os fósseis nos ajudam a dar asas à imaginação quando se fala do passado. Eles são recursos que podem transformar os pensamentos sobre como teria sido a vida, ou algum animal, em respostas científicas. Eles são encontrados e estudados há muito tempo. E podem ser encontradas partes do corpo, como ossos e dentes, e até pegadas que deixaram em diferentes lugares do mundo. E alguns fósseis parecem ter sido congelados no tempo de tão bem preservados.

E quando eles são encontrados por equipes especializadas que cruzam diferentes informações, podemos entender muito mais sobre criaturas e civilizações que caminharam sobre o nosso planeta há milhares ou milhões de anos. Sempre novos fósseis são achados revelando coisas sobre a vida na Terra antigamente.

Fóssil

Por exemplo, essa equipe de pesquisadores que descobriu um fóssil onde uma criatura estava no processo de comer outra que não foi totalmente consumida. A equipe descreve, em seu artigo, a descoberta desse fóssil e o que eles conseguiram aprender a respeito do comportamento entre os cefalópodes antigos e predadores vertebrados.

Por muitos anos, os paleontólogos descobriram fósseis de criaturas que estavam em movimento no momento da sua morte. Um desse tipo de movimento era um predador capturando suas presas.

Nessa nova descoberta, os pesquisadores estudaram um antigo pabulito, como é chamado um fóssil de criaturas pouco antes de ser consumidas, que estava prestes a ser consumido por uma criatura antiga parecida com uma lula chamada belemnita.

Esses fósseis foram descobertos por um colecionador amador na Alemanha. E recentemente, um dos membros da equipe de pesquisadores conseguiu que o Museu Estadual de História Natural de Stuttgart adquirisse os espécimes. Depois dessa aquisição, uma equipe de pesquisa foi montada e então ele começaram a estudar o fóssil.

Análise

As duas espécies ainda estavam embutidos no sedimento fossilizado. Elas eram um belemnita e um crustáceo do gênero Proeryon, com um corpo parecido com o de uma lagosta com garras longas e finas.

O belemnita estava preservado em condições excelentes, o que deu aos pesquisadores a possibilidade de verem que uma grande parte do seu corpo macio superior tinha sido arrancada por um predador.

Já o Proeryon estava em péssimas condições. E os pesquisadores acreditam que ele estava em processo de fusão. Os dois fósseis são datados de cerca de 180 milhões de anos atrás.

Os pesquisadores estudaram o fóssil e o seu posicionamento de forma bem cuidadosa, e depois disso eles concluíram que o belemnita estava em processo de morder o crustáceo. E nessa mesma hora, o belemnita tinha sido mordido por um predador maior, sendo possivelmente um tubarão antigo. E ao que tudo indica, essa mordida do tubarão foi letal. E depois dela, o belemnita, com a pele de crustáceo ainda na boca, afundou no mar e acabou morrendo.

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