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Inventor francês finalmente conseguiu cruzar o Canal da Mancha em sua prancha voadora

POR Jesus Galvão    EM Curiosidades      05/08/19 às 19h05

Conhecido como "homem voador", o francês Franky Zapata, de 40 anos, conseguiu, em sua segunda tentativa, cruzar no último domingo, dia 4 de agosto, o Canal da Mancha. O canal divide o Reino Unido e a França. O feito foi realizado a bordo de seu 'Flyboard', uma espécie de prancha voadora.

O trajeto foi percorrido em pouco mais de 20 minutos. Zapata precisou fazer uma rápida parada em um barco para reabastecimento. O francês saiu da praia de Sangatte, no norte da França, às 08h15 (03h15, no horário de Brasília), e seguiu rumo à baia de St. Margaret, no sul da Inglaterra, às 08h37.

O voo de Zapata, sobre a prancha acima das águas do canal, atingiu uma altura de 15 e 20 metros. O inventor é agora o primeiro homem a cruzar o Canal da Mancha utilizando uma 'prancha voadora'. Todo o percurso tem uma extensão de 35 km. Durante a travessia, ele chegou a alcançar velocidades de até 190 km/h.

Zapata, além de inventor, é ex-campeão mundial e europeu de Jet Ski. Ao longo do trajeto, ele foi acompanhado por três helicópteros. Seu dispositivo, o Flyboard, como é oficialmente chamado, é alimentado por querosene, armazenado em uma mochila em suas costas. O 'reservatório' permite ao dispositivo funcionar por 10 minutos.

"Fizemos uma máquina há três anos…e agora nós atravessamos o Canal. É uma loucura. Se isso é um evento histórico, não serei eu que vou decidir. O tempo dirá", disse Zapata à BBC, depois que completou o trajeto.

De acordo com Zapata, os fortes ventos no Canal impuseram o maior desafio para a sua travessia. Segundo ele, há um grande risco de desestabilização caso o vento diminua rapidamente. O francês ainda comentou o quanto o voo envolvia altos níveis de resistência física.

Flyboard

"É um exercício isométrico para as coxas, então queima - é bem difícil. Mas você se recupera rapidamente, não é como andar de bicicleta ", disse ele. "Seu corpo resiste ao vento e, como a prancha está presa aos meus pés, todo o meu corpo tem que resistir ao vento. Eu tentei aproveitar e não pensar na dor".

Quando chegou à costa britânica, Zapata celebrou, junto de seus colaboradores, o feito. "Tudo saiu bem. Mesmo o que foi complicado (o abastecimento no barco)", disse o inventor.

Em sua primeira tentativa, em 25 de julho, Zapata caiu no mar, enquanto tentava pousar em um navio para reabastecer. De acordo com um membro de sua equipe, a parada exigia alta precisão e o movimento das ondas haviam alterado a plataforma de pouso em alguns centímetros. O que pode ter ocasionado a queda.

Nessa nova tentativa, um barco de reabastecimento ainda maior, com uma área de pouso maior, além de navios da marinha francesa, que estavam à disposição. A equipe de Zapata trabalhou incessantemente para consertar o equipamento, depois que ele foi danificado na primeira tentativa. A equipe do inventor trabalhou por cerca de 15 e 16 horas por dia para prepará-lo para o grande momento no último domingo.

"Normalmente, testamos as máquinas por várias semanas antes de grandes eventos. É um pouco preocupante usar uma máquina que acabou de ser reconstruída ", disse Zapata.

Zapata espera poder usar sua prancha voadora em voos ainda mais altos. Algo que exigiria a utilização de um paraquedas para a sua segurança. Além de equipamentos de orientação e, talvez, até mesmo de um tanque de oxigênio. O francês também está trabalhando na ideia de um carro voador.

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Jesus Galvão
Goiano, Canceriano e Publicitário.
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