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Mais de 1,5 mil pessoas já receberam alta do Covid-19 em SP

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O mundo está passando por um período bem difícil, por causa da pandemia de coronavírus. O número de casos aumenta dia após dia, fazendo com que mais pessoas se tornem vítimas da doença. E junto com o medo e o caos, que se instauraram na sociedade, todos ficam preocupados com o futuro. As recomendações, dadas pelos órgãos responsáveis e governos de todos os países, são de que as pessoas evitem ao máximo se exporem à situações de risco. E por isso, veio o decreto do isolamento social. Assim, diversos estabelecimentos, escolas e universidades interromperam as suas atividades.

O recomendado é que todos fiquem em casa. E o que as autoridades nacionais esperam é que a situação, no Brasil, não chegue a um estado de calamidade e colapse o sistema de saúde, como foi o caso da Itália. Todos os dias, acordamos com várias notícias ruins, que causam ainda mais pânico entre as pessoas, parece que não temos uma luz no fim do túnel. Mas nem tudo é ruim. Mesmo em tempos de pandemia é possível ver o lado bom.

Uma dessas notícias para renovar as esperanças foi a que informou o secretário estadual da Saúde, José Henrique Germann. Nessa segunda-feira, 1.524 tiveram alta médica depois de terem sido infectadas pelo novo coronavírus, no estado de São Paulo. “Podemos dizer que tivemos uma recuperação de 1.524 pessoas”, disse durante coletiva de imprensa.

Casos

Atualmente, o estado paulista tem 8.755 casos de coronavírus confirmados. E desses 588 foram fatais. Existem 836 pessoas internadas em estado grave nas unidades de tratamento intensivo e 901 em enfermarias.

“Estamos com muitos pacientes internados em enfermarias. Muitos pacientes internados em UTI. A Covid-19, doença provocada pelo coronavírus, continua sendo uma doença extremamente grave. Por isso precisamos continuar com o apoio da população para manter o isolamento, para diminuir o pico e aumentar o achatamento da curva. Para que isso implique menos nos serviços de saúde. Continuamos lidando com uma doença muito grave e ainda vamos ter o pico dela nas próximas semanas”, disse o infectologista David Uip, coordenador do Centro de Contingência do Coronavírus em São Paulo.

Os casos parecem, até agora, só ser números para a população em geral. E para dar uma transparência maior para esses números, falando mais informações sobre o número de internados, o perfil dos casos, a idade e sexo das pessoas, entre outros fatores, o governo de São Paulo disse que a partir de quarta-feira dessa semana serão feitas coletivas diárias pela Secretaria estadual de Saúde. As coletivas começarão sempre às 15 horas.

“É absolutamente importante que a sociedade conheça o número de leitos, o perfil dos pacientes que estão sendo internados, a prevalência por idade e sexo. São dados que são minuciosos, mas que precisam ser melhor passados para a população”, ressaltou Uip.

Leitos

De acordo com o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, a capital está com 56% dos leitos de unidade de tratamento intensivo (UTI) ocupados por conta do coronavírus. E no caso das enfermarias, sejam elas dos hospitais municipais, ou dos hospitais de campanha feitos para tratar pacientes do coronavírus, a ocupação já é de 60%.

São Paulo tem hoje, 378 leitos de UTI. Mas o prefeito quer ter 933 até o fim desse mês. Além de ter 1.688 leitos de enfermaria e planejar criar mais 1.474 leitos.

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