O caso bizarro da mulher que acreditava ter alergia ao seu muco, mas descobriu algo pior

POR Diogo Quiareli    EM Curiosidades      11/05/18 às 18h31

Kendra Jakson, por anos, foi diagnosticada com um tipo de alergia. Isso porque o seu nariz estava quase o tempo inteiro congestionado e os espirros eram frequentes. É comum uma pessoa ter alergia a diversas coisas, como um perfume, poeira, um cheiro em específico e até animais.

No entanto, no caso de Kendra, algo mais complicado acontecia. O que ela tinha era bem pior do que estamos acostumados a ver. Jackson estava, todo esse tempo, com um "vazamento" de líquido cefalorraquidiano que saia do seu crânio. A mulher de 52 anos estava vivendo com uma descarga nasal há vários anos e isso estava assustando até mesmo os médicos.

Quando tudo começou, ela acreditava estar apenas resfriando, como de costume. No entanto, esses sintomas não desapareceram e quanto mais o tempo passava, pior ficavam. "Eu continuei indo e vindo dos médicos e eles me receitavam diversos tipos de medicamentos. Meu nariz ainda funcionava, mas com dificuldades", disse ela.

A mulher de Omaha, Nebraska, descreveu o que estava vivendo como "uma cascata contínua que depois descia para o fundo da sua garganta". Enquanto isso, ela ainda sofria com fortes dores de cabeça e enfrentava dificuldades para dormir.

O diagnóstico certo

Finalmente, depois de dois anos sofrendo, ela obteve a resposta para sua doença. Kendra visitou outros especialistas do Hospital de Nebraska. Lá, ela foi diagnosticada com um vazamento do líquido cerebrospinal. Essa é uma condição na qual o líquido aquoso circundante do cérebro vaza através de um furo ou rasgo no crânio.

Os especialistas envolvidos com o caso afirmaram que ela estava perdendo cerca de meio litro do líquido por dia. "Uma das coisas que ela disse que me chamou a atenção foi que ela dormia e quando acordava, sua roupa estava coberta por esse líquido que saia do nariz", disse Carla Schneider, assistente da médica que cuidou de Jackson.

O líquido cefalorraquidiano é um fluído aquoso que de certa forma protege o cérebro. Se o cérebro se move, esse fluido funciona como um amortecedor e o protege. O nosso corpo substitui esse fluído diariamente, já que o mesmo é absorvido pela corrente sanguínea. Isso acontece com pelo menos 1 entre 20.000 pessoas por ano. Os médicos acreditam que um acidente que Kendra sofreu em 2013 possa ser o responsável por isso.

Seu caso foi resolvido em abril de 2018, quando os médicos realizaram uma cirurgia, colocando enxerto de gordura para fechar o buraco. Isso visava interromper o vazamento e a melhoria de sua saúde.

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Via   Gizmodo  
Imagens Help Remedios
Diogo Quiareli
Geminiano, 24 anos, goiano.

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