
Em uma era de vídeos curtos e soluções instantâneas, a infância, também, tem sido acelerada. A adultização infantil, tema em destaque na última semana graças ao influenciador Felca, transforma crianças em “mini adultos” e tem impactos devastadores como ansiedade, depressão, baixa autoestima e até amadurecimento sexual.

De acordo com uma matéria publicada no site Passo Certo, a criança é afastada de exercícios pertinentes à sua idade que deveriam ajudá-la a desenvolver processos cognitivos, quando se antecipam experiências e responsabilidades.
Ademais, a infância não é a fase para conhecer elementos da vida adulta, pois torna o indivíduo vulnerável devido à falta de maturidade emocional para compreender plenamente o que está acontecendo. A psicóloga Renata Moraes alerta:
É preciso observar com atenção o comportamento, o vocabulário, a forma como a criança se veste e analisar se a quantidade de atividades na agenda da criança é apropriada para sua idade. É preciso verificar se há uso excessivo de dispositivos eletrônicos e isolamento social
Ou seja, a criança que não fantasia, brinca e se mostra imatura, pula a fase essencial para a sua formação como um adulto plenamenente desenvolvido. Além disso, é no brincar que ela reinterpreta o mundo e se prepara para os desafios da vida real.
Os pais, que são os responsáveis legais e morais das crianças, devem parar para analisar a cultura da própria família, eles devem aproveitar e dedicar tempo a esses indivíduos em formação. Isso inclui ouvir os anseios dos seus pequenos. Ademais, pedagogos refletem: “Que pressa é essa que nos impulsiona a acelerar o processo de amadurecimento das crianças?”.
Podemos citar algumas dicas, como:
Fonte: Colégio Passo Certo






