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Os contos de fadas impróprios para uma princesa

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Rapunzel, Rumplestiltskin – o famoso Mr. Gold – e outros inúmeros contos de fadas sempre fizeram fazem parte da infância de muitas crianças. Embora estejamos acostumados a compartilhar algumas dessas histórias famosas com os pequenos, sejam eles filhos, sobrinhos ou afilhados, as versões originais não foram feitas para o público em questão.

Muito dos contos que foram registrados ao longo do tempo são de autoria dos irmãos Grimm. O primeiro volume de histórias popular dos irmãos alemães foi publicado no início de 1800. Os contos de fadas, que originalmente eram destinados aos adultos, sofreram algumas adaptações. Afinal, somente assim era possível levá-los às crianças.

Os famosos contos de fadas

Alguns dos contos, que iremos abordar aqui, são dos irmãos Grimm. Outros não. Independente de quem sejam os autores, nosso foco segue sendo o mesmo: a versão original.

A versão que conhecemos da Cinderela, por exemplo, é repleta de ingenuidade e boas intenções. Em contrapartida, a original é repleta de sangue. Para os pés caber no sapatinho de cristal, uma das irmãs malvada decide cortar os dedos do pé. Já a outra opta pelo e calcanhar.

Quando o príncipe descobre que o sapatinho de cristal está repleto de sangue, ele decide ficar solteiro. Além disso, quando ambas decidem comparecer à festa de casamento entre Cinderela e o príncipe, as irmãs têm os olhos arrancados por pássaros.

O conto original da famosa Bela Adormecida também não é nada gracioso. Em ambas versões, Aurora espeta o dedo no tear e acaba adormecendo. A diferença é que o príncipe não a desperta com um beijo. Em vez disso, o mocinho a estupra a garota e, em seguida, a abandona. Consequentemente, a princesa acaba engravidando.

A história da Chapeuzinho Vermelho também não é tão envolvente, assim como a que nos foi apresentada. A versão de Perrault é, na verdade, bem cruel. Nela, o lobo mata a vovó, mas não a devora. Além disso, a carismática Chapeuzinho, quando chega na casa da vovó e se deparar com o lobo fantasiado, acaba se alimentando da pedaços do corpo da avó.

A nossa personagem ainda bebe uma taça de vinho. Como se não fosse o suficiente, o lobo a devora, completamente nua.

A pequena sereia e outros mais

Ariel, que nos encantou com sua belíssima voz na versão apresentada pela Disney, tem, na versão original, a língua cortada. As tão desejadas pernas que a sereia ganha a machuca terrivelmente. Para se manter viva, nossa princesa têm que conseguir, de todas as formas, ganhar um beijo do príncipe encantado. Caso ela não consiga experimentar o beijo, ela morre.

A trama fica ainda pior quando o amado príncipe se casa com outra. Sem opção, Ariel se vê obrigada a voltar para o fundo do mar, porém, para isso, precisa se tornar séria novamente. Para que a transformação ocorra, Ariel precisa assassinar o príncipe e banhar-se com seu sangue. Infelizmente, Ariel não consegue assassiná-lo. Ela, então, se transforma em espuma.

Para fechar a compilação dramática das versões originais, apresentamos, aqui, a verdadeira história da Bela e a Fera. Na versão de Gabrielle-Suzanne Barbot de Villeneuve, Bela, assim como Cinderela, também tem duas irmãs malvadas. Aqui, quem conquista o amor da Fera são as irmãs de Bela.

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