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Robô da Tesla está mais magro e ágil em atualização; vai custar R$ 99 mil

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Conforme o tempo vai passando, os robôs vão ficando cada vez mais inteligentes. Isso pode ser visto em um robô que consegue aprender a tomar decisões sozinho. Atualmente, eles podem fazer coisas que antes eram imaginadas possíveis somente nos filmes de ficção científica. Mesmo que isso possa ser motivo de medo e ressalvas por algumas pessoas, esse avanço tecnológico vem para ajudar a humanidade.

Ao que tudo indica, os avanços feitos nesse campo estão longe de acabar ou dar uma desacelerada. Como por exemplo, o robô da Tesla, o Optimus, que evoluiu e teve novas atualizações. Com elas, ele ficou mais magro, ágil e mais cuidadoso. Ele também mudou seu nome par Optimus Gen 2.

Para quem tiver interessado em ter esse humanoide da Tesla, ele irá chegar ao mercado por 20 mil dólares, o equivalente a 99 mil reais. Em sua nova atualização, o Optimus Gen 2 teve seu corpo redesenhado, o que diminuiu seu peso em 10 quilos. Agora, ele tem uma cintura mais fina e foi redesenhado para ter um perfil mais estético.

Robô da Tesla

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Por mais que o robô ainda seja sem rosto, ele teve sua eletrônica melhorada e os sensores do seu corpo também foram atualizados. Isso deu ao Optimus Gen 2 uma velocidade de movimento aumentada em 30%, principalmente na caminhada.

Até o momento, a Tesla disse que o robô não está pronto para uma dança com movimentos rápidos. Contudo, a agilidade dele para manipular objetos frágeis aumentou muito. Tanto que ele conseguiu manusear um ovo de forma precisa. Para se ter uma ideia, o robô chegou a trocar o ovo de mão e colocar em uma panela para ferver.

Ele também ganhou uma equilíbrio maior com uma perna só. Agora, ele pode agachar de forma segura.

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Tudo isso mostra que o robô da Tesla está no caminho para se tornar uma máquina de uso doméstico e comercial. Entretanto, ainda não é sabido se Musk quer usar o Optimus em uma linha de montagem. De acordo com os cálculos feitos pela empresa, existe uma demanda global por bilhões de unidades.

Contudo, custando o mesmo que um carro de entrada nos EUA, o robô ainda é muito caro para uma demanda tão alta. No entanto, as pessoas podem tê-lo em menor escala como um empregado doméstico ou companheiro no dia-a-dia.

Humanoides

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Mesmo que tenha acontecido uma grande onda de investimentos para que fosse construído um robô humanoide, a maior parte dos protótipos vistos hoje em dia ainda são desajeitados e pouco práticos, além de funcionarem melhor em suas demonstrações do que na vida real. Contudo, isso não desmotivou que startups continuassem tentando fazer disso uma realidade.

“A intenção não é começar do básico e dizer ‘Olha, estamos tentando fazer um robô que parece uma pessoa’. Estamos tentando criar robôs que possam operar em espaços humanos”, disse Jonathan Hurst, cofundador e diretor executivo de robôs na empresa Agility Robotics.

Mas isso levanta a pergunta: será que robôs humanoides são realmente necessários? Nesse ponto, Hurst faz questão de descrever o Digit, que é o robô de depósito da Agility, como sendo centrado no ser humano, ao invés de humanoide. Essa diferenciação mostra o que o robô faz e não o que ele está tentando ser.

Até o momento, o que esse robô faz é pegar caixas e movê-las. Em outubro, a Amazon fez o anúncio de que começaria a usar o Digit nos seus depósitos. E em setembro, a Agility abriu uma fábrica para que eles sejam produzidos em massa.

A cabeça do Digit é composta por câmeras, sensores e olhos animados, e seu tronco funciona como se fosse um motor. Esse robô tem dois braços e duas pernas, mas suas pernas são mais parecidas com as de um pássaro do que a de um humano.

Contudo, a Agility não é a única empresa que está fazendo robôs desse tipo. As concorrentes, como por exemplo a Figure AI, estão adotado uma abordagem mais purista e dizendo que somente verdadeiros humanoides podem se locomover de forma eficiente no local de trabalho.

Com isso em mente, a Figure pretende começar o uso deles de forma relativamente simples, como em um depósito de varejo. No entanto, a meta da empresa é produzir um robô comercial que consiga ter “expansões como um iPhone” para que seja capaz de fazer várias tarefas e assumir o trabalho de pessoas conforme as taxas de natalidade do mundo vão diminuindo.

“Não há pessoas suficientes realizando essas tarefas, então o mercado é enorme. Se conseguirmos que os humanoides façam o trabalho que os seres humanos não querem fazer porque há uma escassez de seres humanos, poderemos vender milhões de humanoides, talvez bilhões”, disse o CEO da Figure AI, Brett Adcock.

Mesmo com essa mentalidade, até o momento a Figure não tem um protótipo pronto para o mercado.

Outra tentativa de criação de um humanoide está sendo feita por Elon Musk. Esse robô se chama Optimus e está sendo desenvolvido pela parte robótica da fabricante de carros elétricos. Contudo, ano passado o robô passou por um teste demonstrando seu potencial, mas seus passos desajeitados não impressionaram os especialistas da área.

Quem parece estar mais à frente nesse processo é a empresa Apptronik, vizinha da Tesla em Austin, no estado do Texas. Ela revelou o seu humanoide, Apollo, em uma demonstração por vídeo em agosto desse ano.

Para muitas pessoas, todo dinheiro e a atenção investidos na criação dessas máquinas, que ainda são desajeitadas, pode parecer somente um hobby inútil de pessoas ricas. Contudo, na visão de alguns pioneiros desses robôs com pernas, tudo está resumido em o que é possível aprender no processo.

“Não apenas quanto ao design e a operação, mas também como as pessoas respondem aos robôs, e as tecnologias subjacentes fundamentais para mobilidade, destreza, percepção e inteligência”, disse Marc Raibert, cofundador da Boston Dynamics, mais conhecida por seus robôs com aparência de cães, chamados Spot.

Fonte: Notícias automotivas, Folha Vitória

Imagens: Notícias automotivasCNN World

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