
Tudo bem que os alimentos estão com preços bem salgados, mas um ambulante da praia de Copacabana exagerou no “repasse ao cliente”. No dia 25 de abril, uma usuária do Twitter disse ter presenciado a venda de dois queijos coalhos por 200 reais. Os compradores eram turistas vindos de outro país.

Fonte: Shutterstock
De acordo com a internauta, ela estava tomando sol no Posto 5, perto do Forte de Copacabana, quando ouviu a seguinte expressão em inglês: “two hundred”. Ao se virar para a direção do som, ela se deparou com uma venda para lá de superfaturada.
Basicamente, um ambulante estava vendendo dois queijos coalhos por 200 reais. Na ocasião, os compradores eram dois turistas internacionais, que talvez não sabiam que esses petiscos valem cerca de 10% daquele valor cobrado pelo vendedor.
Toda essa história foi parar no Twitter, tendo a publicação da usuária atingindo mais de 180 mil curtidas e 4 mil comentários. Além disso, o post foi retweetado mais de 4 mil vezes.
Eu pegando um sol na praia em Copacabana e escuto um “TWO HUNDRED”
o vendedor d queijo coalho vendendo DOIS queijos pra gringo por 100 reais cada.
— LETicia (@CunhaLettt) April 25, 2022
Inclusive, nas respostas ao tweet, outras pessoas relataram momentos parecidos com este de Copacabana. Nesse sentido, um ex-motorista de Uber conta a retaliação que outros transportadores faziam com ele por cobrar o valor correto: “Ainda no Uber ficaram putos comigo porque levei um gringo por R$ 25 ou R$ 30 pra Copacabana. No hotel, ele pediu pra voltar pro Cristo. Era papo de R$ 50 ou R$ 60 e ele me deu R$ 100 batendo no peito. Com certeza lá em cima estavam cobrando muito mais dele.”
Por outro lado, também é possível encontrar episódios de exploração com turistas brasileiros. “O taxista da novo rio cobrou de um paulista nada mais nada menos que 300 reais a corrida da novo rio até Duque de Caxias, essa corrida não dá nem 100 reais”, comunica uma usuária.
Além disso, as interações trazem casos em que o golpe não deu certo: “Isto é errado, desonesto e mau-caratismo! Lembro que em Itacaré-BA, muitos anos atrás, um vendedor numa barraca improvisada (não me lembro se água de coco ou caldo de água) quis fazer isto com um turista italiano, só que o cara era esperto e escolado e disse pra ele: se vc for vender por preço pra turista não vou comprar e compro em outro lugar. E perguntou pra mim quanto havia pago. Eu falei o valor certo!”
A princípio, pode parecer que essas rasteiras só acontecem no Brasil. No entanto, para qualquer lugar que for, é importante ficar atento a armadilhas para turistas desavisados.

Fonte: Skitterphoto
Fonte: Metrópoles, Melhores Destinos.






