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China ligou o seu ”sol artificial” movido a energia nuclear

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sol é a estrela central do nosso Sistema Solar. E todos os outros corpos desse sistema, como por exemplo planetas, planetas anões, asteroides e cometas giram em torno dele. Além disso, ele é um dos grandes responsáveis pela existência de vida em nosso planeta. Ele é a estrela mais próxima da Terra e pertence à classe espectral G. Essa estrela é mediana, em relação às outras.

Várias já foram as expedições e estudos para tentar entender o Sol e como ele funciona. E algumas imagens já foram obtidas dessa estrela. Nós conhecemos esse sol natural e todo calor e energia que ele emana para o resto do nosso sistema solar. No entanto, a China inaugurou o seu chamado “sol artificial”. O país é conhecido por todos seus avanços tecnológicos. Mas também é muito promissor em pesquisas em diversas áreas.

Esse sol artificial fica localizado no sudoeste da província de Sichuan e foi concluído do no fim do ano passado. O reator de fusão nuclear é popularmente chamado assim por conta da imensa energia e calor que produz. E também pelo fato de usar o mesmo tipo de reação nuclear que o sol.

O país conseguiu ligar com sucesso esse reator de fusão nuclear,  pela primeira vez. Essa ligação marcou um grande avanço nas capacidades de pesquisa de energia nuclear da China.

Sol artificial

O reator chamado “HL-2M Tokamak” é o maior e mais avançado dispositivo de pesquisa experimental de fusão nuclear da China. Com ele, os cientistas esperam que ele consiga, potencialmente, desbloquear uma fonte de energia limpa poderosa.

Esse “sol artificial” usa um campo magnético poderoso para fundir plasma quente. E ele pode atingir temperaturas mais altas que 150 milhões de graus Celsius. Isso é cerca de dez vezes mais quente que o núcleo do sol.

“O desenvolvimento da energia de fusão nuclear não é apenas uma maneira de resolver as necessidades estratégicas de energia da China, mas também tem grande significado para o futuro desenvolvimento sustentável da energia e da economia nacional da China”, disse o Diário do Povo.

O plano é usar esse dispositivo em colaboração com os cientistas que trabalham no Reator Experimental Termonuclear Internacional. Ele é o maior projeto de pesquisa de fusão nuclear do mundo e fica sediado na França. Esse reator está previsto para ficar pronto, em 2025.

Fusão

A fusão desse reator é considerada o Santo Graal da energia. E é o que alimenta nosso sol. Ele consegue fundir os núcleos atômicos para cirar grandes quantidades de energia. Que é o processo oposto de fissão que é usado em armas atômicas e usinas nucleares, que fragmenta os átomos.

Ao contrário da fissão, a fusão não cria resíduos radioativos. Além disso, ela traz um risco menor de acidentes ou furto de metal atômico.

Contudo, para que essa fusão seja alcançada é extremamente difícil. Além de também ser muito caro. Ao todo, o custo estimado para esse Reator Experimental Termonuclear Internacional é de 22,5 bilhões de dólares.

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