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Como era a versão do Flash criada por Stan Lee?

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Voltamos com mais uma matéria especial sobre o tempo de Stan Lee, na DC Comics. O artista ganhou fama pelos personagens cocriados na Marvel Comics. Popularidade, que foi alavancada após o sucesso dos filmes do MCU. A partir de então, Lee teve sua imagem eternizada na Casa das Ideias. Antes, porém, ele passou um período na Casa das Lendas, no início dos anos 2000. Ali, ele fez parcerias com outros artistas renomados da casa e reimaginou alguns dos principais personagens da editora. Nesta edição, falaremos um pouco sobre o Flash, criado por Stan Lee e Kevin Maguire.

O projeto foi intitulado Just Imagine…, uma iniciativa criada por Michael Uslan. Lee escreveu o editorial para cada volume especial, onde comentava sobre o objetivo da obra. De acordo com ele, a intenção era homenagear os criadores daqueles heróis. Um tributo às lendas que criaram. Ele sabia que qualquer pessoa pode mexer no que está criado. Dessa forma, Lee explica que a versão, desenvolvida por eles, não passa de um divertido exercício. Uma espécie de “e se?”. Até o momento, já contamos a história da Mulher Maravilha, Superman, Batman, Lanterna Verde e Aquaman.

Originalmente, criado por Harry Lampert e Gardner Fox, conheça mais uma versão do Flash, nos quadrinhos.

O Flash criado por Stan Lee e Kevin Maguire

Entre as versões já apresentados aqui, essa é a primeira vez que o personagem sofre mudança no sexo. Nas histórias originais, Flash é um homem. Aqui, no entanto, ele é Mary Maxwell, uma simples adolescente, que sonha em ser super-heroína. À primeira vista, Mary parece ser uma garota comum, jovem, saudável e tirando o melhor proveito da vida. Um pouco mais de perto e descobrimos que nada é bem assim.

Mary tem uma doença terminal, para a qual ninguém encontrou a cura. Seu pai é um cientista que, no passado, se envolveu com o perigoso grupo chamado STEALTH. Ele desenvolve uma vacina para a filha derivada do DNA de uma espécie do Beija-Flor. Isso mesmo, o pássaro. Ele é morto no momento em que aplica a vacina na filha. O que ninguém sabia que é que, além de curar sua doença, a substância daria à Mary, superpoderes. No caso, super velocidade. Infelizmente, ela não conseguiu salvar o pai, mas manteve sua memória viva.

Mary passa lutar contra o crime e até adere ao traje heroico. Dispensando o vermelho, ela escolhe um uniforme todo branco, com longas tiras coloridas no capacete. Então, passa a ser conhecida como Flash.

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