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Conheça o Lago Assassino de Puebla de Guzman

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O mundo é um grande globo de  curiosidades! Sempre afirmamos isso por aqui. É muito claro que podemos sempre nos surpreender com alguma coisa, seja essa natural ou uma interferência humana. Diante disso, diversas pessoas sonham em viajar e conhecer o máximo de lugares possíveis. Encontramos, ao redor do globo terrestre, praias incríveis, montanhas geladas capazes de nos tirar o fôlego, florestas tropicais ricas em fauna e flora e lagos perfeitos para mergulhar e explorar. No entanto, é preciso ter muito cuidado com alguns desses lugares. Um simples passeio pode virar um verdadeiro pesadelo quando não sabemos ontem estamos entrando. Um exemplo disso é um lago localizado na cidade de Puebla de Guzman, na Espanha.

Dizem que o ser humano é capaz de tudo, até mesmo atirando pedras em seu próprio teto. Com isso, podemos definir a história do “lago assassino” de Huelva. Trata-se de uma grande lagoa localizada na cidade de Puebla de Guzman, na Espanha, que faz parte de uma antiga mina abandonada. Ao se deparar com o local, temos a percepção de que tudo ali está normal, sem perigos. No entanto, esse lago não recebeu  apelido de “assassino” a toa. Confira conosco mais sobre essa história.

O lago prejudicial

Os lagos costumam ser, normalmente, definidos como formações naturais bastante espetaculares, onde a fauna e a flora se unem para formar um ambiente único. É por esse motivo que chamam tanto a atenção das pessoas. São lugares onde nós podemos desfrutar da natureza em sua forma mais pura. Muitos utilizam esses destinos para se esquecer do estresse das grandes cidades, pois costumam ficar em áreas rurais, mais calmas. Todo lago em condições normais pode ser definido dessa forma. Mas, isso não é algo que acontece com o “lago assassino” de Huelva. Essa é uma formação artificial pertencente a uma antiga mina de ferro que poderia explodir a qualquer momento, causando sérios danos, tanto materiais quanto humanos.

Esse lago é perigoso por causa do acúmulo de grande quantidade de dióxido de carbono por vários anos. É possível encontrar por lá, mais de 80 mil metros cúbicos desse gás prejudicial. Sem sombra de dúvidas, um risco intolerável que poderia vir à superfície a qualquer momento por meio de uma nuvem letal que acaba com tudo o que encontra em seu caminho. A recomendação é jamais nada nesse lugar.

Caso único na Europa

Deve-se notar que não existe histórico de um caso assim na Europa inteira. Para poder comparar o lago de Huelva com algum outro, é preciso voltar para o ano de 1986, quando uma grande represa de água nos Camarões, com características semelhantes, expulsou uma nuvem letal que acabou com a vida de 1.700 pessoas. Após ser indicado pela revista Science of the Total Envionment como um “risco iminente no ar”, e depois que indicaram que a “situação atual não pode ser considerada segura”, a Junta de Andalucía decidiu agir e resolver o problema, para que todos na região possam respirar calmamente.

Foi criado então o programa de extração segura de CO2 no fundo do lago, implementando através de um sistema organizado pelo Instituto Geológico e Minero da Espanha. Esse foi um trabalho que durou cinco anos, mas acabou com a história do “lago assassino”.

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