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E se um super vulcão entrasse em erupção hoje?

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A vida na Terra está sendo constantemente ameaçada, pelos mais variados motivos. Às vezes, a mira vem de algum meteoro que está caminhando na direção da Terra ou então buracos negros que podem vir a nos sugar. Outra hora, nós seres humanos que matamos – e matamos outros seres vivos – em conflitos e guerras sem fim. E as catástrofes naturais? Terremotos, furacões, eras glaciais e vulcões. Todos ameaçando a nossa existência.

Como se tudo isso já não fosse suficiente, você já ouviu falar do supervulcão? Esse é um tipo de vulcão muito mais poderoso que o normal, que teria capacidade de gerar maiores e mais volumosos tipos de erupções na Terra. O Supervulcão poderia ter efeitos globais, com condições para gerar uma extinção em massa poderosíssima.

Supervulcão em erupção

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Hoje, o planeta Terra possui 20 supervulcões de nosso conhecimento. O mais famosos deles é o que fica no Parque Nacional de Yellowstone, nos Estados Unidos. Hoje, ele é uma das principais atrações turísticas naturais do país. O supervulcão, conhecido como Yellowstonne, é uma grande gerador de calor. Até 70% de toda essa quentura entra pelo solo. Está claro para os cientistas que é só uma questão de tempo, pois quando o calor atingir certo ponto, uma erupção será inevitável.

Em média, um supervulcão entra em erupção no planeta Terra a cada 100 mil anos. O último que “explodiu” foi na região que hoje conhecemos como Sibéria, há cerca de 70 mil anos atrás.

A maior ameaça que um supervulcão pode causar à Terra não é matar todo mundo queimado, uma vez que sua lava não consegue cobrir toda a Terra. O problema é que ele mataria as pessoas de fome. Isso mesmo que você leu. Uma queda prolongada na temperatura seria causada por cinzas bloqueando a luz do sol, evento chamado de inverno vulcânico, que pode privar a humanidade de comida. A ONU estimou, em 2012, que temos reservas de comida apenas para 74 dias.

Qual seria a solução?

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Brian Cox, do Laboratório de Propulsão a Jato (LPJ), do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), já foi membro da Nasa, e afirmou que “durante os trabalhos, cheguei à conclusão de que o supervulcão é uma ameaça substancialmente maior do que qualquer asteroide ou cometa”.

Ele, como a maioria dos cientistas, sabem que a única solução é resfriar esses supervulcões para que eles nunca entrem em erupção. Para a Nasa, a única solução viável é perfurar 10 km de profundidade no supervulcão e bombear água sob alta pressão. Isso diminuiria lentamente a temperatura, dia a dia. “Através da perfuração desta maneira, ele poderia ser usado para criar uma usina geotérmica, que gera energia elétrica a preços competitivos em torno de US$ 0,10 por kWh”, afirmou a agência especial norte americana.

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