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Manuscrito perdido de Einstein foi encontrado em Jerusalém, entenda

POR Jesus Galvão    EM Ciência e Tecnologia      11/03/19 às 14h52

Uma página com anotações manuscritas de Albert Einstein, nunca antes vista, e que continha equações sobre a teoria unificada da física foi encontrada em meio a arquivos de manuscritos do físico recentemente adquiridos pela Universidade Hebraica de Jerusalém, localizada em Israel.

Segundo um comunicado feito pela universidade, o achado pertence a um apêndice incluso por Einstein em um artigo científico sobre a teoria do campo unificado - teoria que unifica todas as forças fundamentais da natureza em um conjunto de equações - submetido a Academia Prussiana de Ciências pelo físico em 1930.

Um tesouro da ciência

A página de anotações escritas a próprio punho pelo cientista alemão havia sido considerada como perdida. O manuscrito nunca mais foi visto ou estudado desde a sua apresentação original, segundo o que foi declarado pela universidade.

A nota foi encontrada em meio a um arquivo de 110 páginas de manuscritos que a Universidade Hebraica recentemente adquiriu de um colecionador particular em Chapel Hill, Carolina do Norte. Muitas dessas páginas adquiridas pela instituição de ensino superior nunca foram exibidas ao público antes.

Entre os arquivos estão inclusas 84 páginas de cálculos matemáticos que foram escritos entre 1944 e 1948. Além de cartas escritas por Einstein para seus familiares e amigos. Em uma das cartas escritas pelo físico a seu filho, Hans Albert, em 1935, Einstein expressa sua apreensão em relação ao aumento do sentimento nazista por toda a Europa.

A coleção

"Eu li com certa preocupação que há um movimento na Suíça, instigado pelos bandidos alemães. Mas acredito que até na Alemanha as coisas estão começando a mudar lentamente. Vamos apenas esperar que não tenhamos uma guerra na Europa em primeiro lugar",  escreveu o físico.

A Universidade Hebraica de Jerusalém, que foi fundada em 1918, conta como um dos seus fundadores o físico alemão. Após sua morte, em 1955, ele deixou para a instituição documentos pessoais e trabalhos científicos para um arquivo da universidade e que hoje já conta com mais de 80 mil artefatos de Einstein.

"Nós da Universidade Hebraica estamos muito orgulhosos de servir como morada eterna para o legado intelectual de Albert Einstein, como era seu desejo", disse o diretor acadêmico dos arquivos, Hanoch Gutfreund.

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Jesus Galvão
Goiano, Canceriano e Publicitário.
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