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Menino de 4 anos compra 918 picolés do Bob Esponja sem avisar a mãe

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Noah, um menino de quatro anos que vive em Nova York, é fã do famoso personagem Bob Esponja. Por idolatrar o icônico personagem de sucesso, Noah decidiu vasculhar o Amazon, uma plataforma de e-commerce, com o intuito de comprar algum produto do Bob Esponja que os mantivesse, digamos, mais próximos.

De acordo com uma reportagem publicada pela Sky News, Noah comprou 918 picolés do Bob Esponja – 51 caixas, para ser exato. A compra foi realizada com o cartão de crédito da mãe, que, hoje, luta para não pagar US$ 2.618,85 – cerca de £ 1.872. Os picolés foram picolés foram devidamente entregues na casa da tia de Noah.

A Amazon, inicialmente, disse à mãe de Noah, Jennifer Bryant, que não aceitaria de volta os picolés, mas que tentaria encontrar uma solução para o problema. Sem obter uma respostas da gigante do varejo, Bryant iniciou uma campanha de arrecadação de fundos.

Curiosamente, a mãe de Noah conseguiu arrecadar mais de US$ 14.000 (£ 10.000). Noah, com isso, pode, agora, usufruir de todos os picolés de seu personagem favorito. Conforme as informações que foram disponibilizadas pela Sky News, a família, assim que quitar o débito, irá doar o restante do dinheiro para instituições educacionais.

“Muito obrigada por sua generosidade e apoio”, escreveu Bryant escreveu na página do GoFundMe.

Gastos e mais gastos

Curiosamente, Noah não é o único menino americano que já usufruiu do cartão de crédito dos pais. Em julho de 2020, um menino de 6 anos usou o cartão de crédito da mãe para comprar recursos de um jogo disponibilizado para celular. Jessica Johnson, a mãe do garoto, só percebeu a peripécia quando notou quantias exorbitantes sendo deduzidas em sua fatura.

Utilizando os dados da mãe que estavam cadastrados no celular, o menino conseguiu gastar mais de US$ 16.000 dólares. Surpresa, Johnson acabou entrando em contato com o banco, que havia validado os valores somente três meses depois da compra. Sendo assim, a mãe do garoto decidiu contactar a Apple, empresa que disponibiliza o jogo preferido do filho.

Por tardar em contactar a empresa, Johnson, infelizmente, não conseguiu ser reembolsada. “Eles disseram que eu deveria ter entrado em contato antes, somente assim minha reclamação poderia ser validada”, relatou a mãe ao New York Post. “Não liguei antes porque meu marido disse que provavelmente era um erro e, além disso, o banco demorou três meses para validar os valores”, completou.

O jogo

Johnson e seu marido não ativaram nenhuma configuração preventiva ao cadastrarem os dados pessoais no smartphone que constantemente era usado por George, filho do casal. Por esse motivo, o garoto conseguiu usar o cartão de crédito, que estava vinculado a conta do telefone.

O dinheiro foi gasto para a aquisição de recursos do joguinho preferido do filho, o Sonic Forces. George começou comprando ‘anéis vermelhos’, avaliados em $ 1,99. O garoto, em seguida, passou a adquirir os ‘anéis de ouro’, que custam nada mais que $ 99,99. Quanto mais dinheiro George investia, mais personagens eram liberados.

“Meu filho estava, literalmente, rasgando dinheiro”, brincou. “Obviamente, se eu soubesse que havia uma configuração para bloquear tais transações, eu não teria permitido que gastasse quase US$ 20.000 com esses anéis de ouro”.

Ainda assim, Johnson culpa a Apple e a empresa de videogames. Para a mãe do garoto, tais aplicativos são predatórios, ou seja, são projetados para fazer com que as crianças sejam estimuladas a gastar dinheiro.

Por ter vivenciado tal experiência, Johnson, agora, alerta aos pais, pedindo para que os mesmos verifiquem as configurações de pagamento nos smartphones, sejam da Apple ou de outras marcas.

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