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O assalto ao banco mais famoso e diabólico dos Estados Unidos

POR Bruno Dias    EM Curiosidades      06/03/19 às 18h12

As pessoas têm um fascínio por crimes, ainda mais aqueles com vários desdobramentos ou que se delongam por horas, dias ou até mesmo meses. Acompanhar um crime pode ser bastante viciante. E por esse fascínio, plataformas de streaming têm feito vários documentários sobre esses roubos mais conhecidos.

O caso de 2003 conhecido como colar de bombas resultou na morte de um motorista de entrega de pizza que roubou um Banco PNC em Erie, na Pensilvânia, com uma bomba presa em seu pescoço. Depois do assalto, o dispositivo do colarinho que o homem usava explodiu e o matou de pernas cruzadas e algemado no chão.

Na época, o caso ganhou bastante repercussão ainda mais quando foi dito que o assaltante, Brian Wells, de 46 anos, era também um refém forçado a assaltar o banco em uma tentativa de salvar a sua vida. Mas, em 2007, o que os promotores disseram era que Wells tinha um papel limitado no roubo.

Ocorrido

No dia 28 de agosto de 2003, Wells estava trabalhando como entregador de pizza quando entrou no banco PNC, mais ou menos umas 14h20 e entregou uma caixa exigindo 250 mil dólares. Segundo as autoridades, ele estava usando uma espingarda caseira que se parecia com uma bengala e um camiseta branca sobre a bomba improvisada.

Cerca de 12 minutos depois, o homem deixou o banco com quase 9 mil dólares e foi para o McDonald's ao lado. Lá, ele pegou uma nota embaixo de uma pedre e pouco tempo depois, as autoridades o acharam em uma loja de varejo chamada Eyeglass World. As autoridades o encontraram dentro de um carro e o algemaram quando Wells admitiu ser o assaltante do banco.

Os policiais mantiveram uma distância de Wells porque o homem avisou que estava com a bomba e que ela explodiria. "Eu não tenho muito tempo", disse ele, de acordo com uma gravação em vídeo do encontro. "Eu não estou mentindo. Vai sair". E esse dispositivo começou a emitir sons cerca de 20 minutos depois que Wells foi algemado, segundo o FBI. Ele bipou cerca de 10 segundos antes de ser detonado e matou Wells. "Seus olhos ficaram bem abertos, e então eles foram para a parte de trás de sua cabeça. E foi o fim dele ", disse Lamont King, ex-supervisor da Polícia do Estado da Pensilvânia.

Responsável

No carro de Wells, os investigadores acharam páginas com instruções detalhadas sobre como achar a chave e os códigos de combinação que desarmariam e removeriam a bomba. E nas instruções, se lia "nós" várias vezes, o que deu aos investigadores a sugestão que haviam vários conspiradores envolvidos.

As pistas para os suspeitos não estavam levando a lugar algum, até que o homem chamado William Rothstein deu a informação para a polícia de que sua ex-noiva, Marjorie Diehl-Armstrong, tinha o corpo do seu ex-namorado, James Roden, no freezer. Pouco tempo depois, as autoridades prenderam Marjorie, que falou depois que Rothstein e ela estavam envolvidos no crime do colar de bomba.

Outro suspeito era Kenneth Barnes, um amigo de longa data de Marjorie, e que contou às autoridades que ela tinha pedido para que ele matasse Roden e o pai de Marjorie porque ele estava doando dinheiro que ela achava que era sua herança.

Em 2007, Marjorie e Kenneth foram indiciados pelos papéis que desempenharam no famoso assalto. E em uma coletiva de imprensa a procuradora do Distrito Oeste da Pensilvânia na época disse que Wells também fazia parte do complô. "Infelizmente, nossa investigação levou à crença de que Brian se envolveu em um papel limitado com um grupo de indivíduos que planejavam roubar o Banco PNC", disse Buchanan. "Pode ser que o papel dele tenha passado da fase de planejamento para ser um participante involuntário no esquema".

Marjorie e Kenneth foram condenados por conspiração e acusações de assalto à banco.

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Via   Time  
Imagens
Bruno Dias
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
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