
Quem nunca passou pela situação de estar querendo soltar um pum mas a circunstância não permitia e você acabou tendo que segurá-lo? Todos nós já passamos ou vamos passar por esse desagradável momento, e todos nós sabemos o desconforto que é ter que segurar os gases.
A formação dos gases é parte do funcionamento normal do organismo, mas isso não quer dizer que eles podem ser liberados em qualquer momento. Eles estão presentes nas partes superior e inferior do aparelho digestivo e quando são produzidos em excesso eles são expelidos através da boca e/ou do ânus. Na primeira situação ele é chamado de eructação, ou arroto, e na segunda é a flatulência, os famosos gases ou puns.
Seja por onde for que eles irão sair, segurar gases não é algo recomendado. Contudo, é possível controlar o que causa esse incômodo.

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Uma pessoa ter gases é algo benigno que tem origem tanto da deglutição do ar quanto pelo processo de degradação dos alimentos, chamado pelos médicos de metabolismo bacteriano, que é a produção de gases hidrogênio, metano e dióxido de carbono.
Como determinados alimentos tem carboidratos mais difíceis de serem digeridos, como por exemplo, açúcares ou fibras, quem fica encarregado de quebrá-los são as bactérias presentes no intestino. Então, quanto maior for o consumo desses alimentos, mais acontecerá a produção de gases.

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De acordo com especialistas, mesmo que haja um desconforto, segurar os gases às vezes não é algo prejudicial à saúde. No entanto, as pessoas mais sensíveis podem ter alguns sintomas, como: dor, sensação de inchaço e agravamento da constipação.
Não é possível ignorar o desconforto
Dentre as consequências de segurar os retos pelo reto é que quando eles voltam para o intestino eles geram uma pressão maior nas paredes desse órgão, e isso pode causar cólicas abdominais.
Quando o quadro é extremo, esse mal-estar pode fazer com que o batimentos cardíacos sofram uma alteração, o que pode fazer com que a pressão diminua, a pessoa sinta tonturas e até desmaie.
Além disso, o movimento dos gases pode causar uma dor referida, que é aquela que é sentida em um outro lugar do corpo, como nas costas.
Sente que a barriga vai explodir
Se o ar que fica parado no sistema digestivo se junta com os gases retidos, isso pode resultar em uma sensação de estufamento e endurecimento do abdome. Tanto que um aumento do volume do local irá poder ser visto visualmente.
Atrapalha o trânsito intestinal
Mesmo que ter gases não seja uma causa de constipação, ter um volume maior deles pode fazer com que esse quadro piore. Isso porque as bactérias que produzem gás metano tem o potencial de desacelerar o trânsito intestinal, o que leva à constipação.
Nos casos extremos, segurar os gases pode resultar na falta de sincronia entre o funcionamento intestinal voluntário, no caso, evacuar, e o involuntário, que é a passagem do gás. E essa condição pode se tornar crônica.
O excesso de gases pode ser por conta da deglutição de ar, ação bacteriana, mas também de outros fatores. Como por exemplo, hábitos alimentares, problemas digestivos ou psicossociais, infecções intestinais e o uso de medicamentos.
Mais alguns fatores são:
Fonte: VivaBem






