
Estamos expostos a diversas doenças constantemente. Algumas delas chegam sem nos avisar e causam uma tremenda destruição em nossas vidas. O câncer, paradas cardíacas e o acidente vascular cerebral (AVC) estão entre as mais comuns da lista. Para quem não sabe, o AVC ocorre devido a problemas na irrigação sanguínea do cérebro, que causam a morte das células. Isso faz com que partes do nosso cérebro deixem de funcionar de forma correta.
O acidente vascular tem dois tipos principais, sendo eles: AVC isquêmico, causado pela interrupção da irrigação sanguínea e o hemorrágico, que é causado por uma hemorragia interna. O motivo principal de um ataque é a hipertensão arterial.
Como o que caracteriza o AVC é a interrupção repentina do fluxo sanguíneo ou a ruptura de um vaso no cérebro, o tempo de socorro vale ouro porque as células locais podem acabar morrendo por falta de oxigênio e nutrientes. E mesmo que alguns tecidos consigam resistir, a velocidade das lesões pode acabar vencendo e fazendo com que os danos sejam permanentes.

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O cérebro humano tem uma rede de vasos sanguíneos e se algum bloqueio ou ruptura for feita em algum deles, isso terá como resultado manifestações relacionadas com as funções que são comandadas pela região que for afetada.
Dentre os sintomas mais frequentes dessas mudanças, que podem ser passageiras ou permanentes, estão:
Se o AVC não for tratado a tempo, ele pode resultar em consequências que podem ser mais ou menos intensas, ter a duração de mais ou menos tempo ou serem permanentes dependendo da gravidade. Dentre as principais estão:

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Coisas simples do dia-a-dia ficam mais difíceis
Alguns efeitos comuns do AVC são a fraqueza ou paralisia muscular. Elas podem ser vistas no rosto, membros superiores ou inferiores, ou de um lado do rosto ou corpo. Esses efeitos mostram que a parte do cérebro que foi afetada pelo AVC foi a que controla a motricidade voluntária, no caso a via chamada trato córtico-espinhal, que começa no córtex e desce até a medula espinhal.
Por conta disso, coisas simples do dia-a-dia, como andar, se vestir, comer e ir ao banheiro podem ficar prejudicadas. Além deles, a pessoa pode também ter dificuldade para engolir.
Pensar, aprender e lembrar se tornam grandes desafios
O AVC pode desencadear um distúrbio neurológico que se caracteriza pela dificuldade de localizar alguma coisa que esteja perto ou então responder a algum estímulo que seja feito do lado oposto de onde foi a lesão cerebral. Os médicos chamam isso de síndrome da negligência.
Além disso, por conta da perda do tecido cerebral, a pessoa pode ter um comprometimento cognitivo vascular que, externamente, está relacionado com a demência. No entanto, ele também pode mudar funções como lembrar de tomar remédio, se vestir, cuidar do dinheiro, entre outros.
Prejuízos na comunicação
Quando as lesões acontecem no hemisfério esquerdo do cérebro são vistos problemas na fala, na escrita e na leitura, além de compreensão da linguagem. E conforme a gravidade do AVC, essa habilidades podem desparecer por completo.
No caso da dificuldade para falar, ela vem por conta das mudanças musculares que levam à uma fraqueza ou falta de coordenação nos músculos da fala, principalmente quando as lesões são vistas nos dois lados do cérebro.
Humor e emoções mudam
Segundo dados do Instituto Nacional de Distúrbios Neurológicos e AVC, depois que esse evento acontece podem acontecer também mudanças nas emoções e até quadros de depressão, o que consequentemente atrapalha na recuperação do paciente.
Essa informação foi confirmada por uma revisão recente de estudos e ainda se acrescentou que, por mais que mais estudos sejam necessários, existe um potencial bem significativo entre a relação da depressão e AVC.

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Quando uma pessoa observar nela própria ou em outra alguns comportamentos estranhos, como por exemplo, fala enrolada e uma fraqueza súbita é importante fazer algumas coisas. São elas:
Fonte: VivaBem
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