
Os peixes são animais que atraem a atenção de muita gente e como seu habitat são os rios e oceanos, que é um dos ecossistemas menos explorados pelo ser humano, descobertas surpreendentes podem ser feitas com frequência. Alguns animais têm destaque pela aparência estranha ou lendas relacionadas à eles, como o peixe-do-juízo-final.
Conhecido por esse nome, o peixe-remo é bem misterioso e raramente visto. Ele é um dos maiores peixes ósseos do mundo que vive nas profundezas dos oceanos. Tem o corpo alongado e uma crista vermelha inconfundível.
Por tudo isso não é de se surpreender que, na superfície, ele chame atenção e isso faz com que esse seja especial. Qual motivo de tantas histórias em volta dele?

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O nome científico do animal é Regalecus glesne, ele é um peixe gigante que vive, normalmente, entre 200 e mil metros de profundidade. O corpo do peixe-do-juízo-final é alongado e prateado chegando até mais de 10 metros de comprimento.
A barbatana dorsal vai da cabeça até a cauda. Além disso, o peixe-remo tem uma crista vermelha bem característica no topo da cabeça. Como o habitat dele são as profundezas do oceano, avistá-lo na superfície é uma coisa bem rara, fato que ressalta o mistério que o envolve.
Esse animal é conhecido por vários nomes diferentes: peixe-remo, regaleco, relangueiro e rei-dos-arenques. No caso do nome peixe-do-juízo-final, isso vem da lenda japonesa que esse animal é o “Mensageiro do Palácio do Deus do Mar”.
Acredita-se que ele sai das profundezas e aparece na superfície quando existem movimentações sísmicas no fundo do oceano, como terremotos ou tsunamis. Justamente por isso que os avistamentos do peixe são considerados um presságio de desastres naturais, o que é relacionado com “fim dos tempos” ou “juízo final”.
Mesmo que essa lenda seja bem difundida, não existe nenhuma comprovação científica da relação do peixe-remo com terremotos ou tsunamis.
Entretanto, como os avistamentos desse animal são raros, a aura de mistério em volta dele é reforçada. Para se ter uma noção, durante o último século, somente 22 registros foram documentados. E só em 2001 que os biólogos conseguiram captar o animal vivo na água.
Fonte: Olhar digital
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