
Algumas pessoas já deram sorte em escapar da justiça por terem cometido algum tipo de crime. Aqui no site da Fatos Desconhecidos, nós já exibimos para você 5 criminosos de guerra nazistas que escaparam da justiça (Clique aqui e confira a matéria).
Pensando nos métodos mais clássicos de execuções e castigos já encontrados, separamos para você uma lista com os piores métodos de execução e castigo da história. Alguns deles são famosos e conhecidos pelos seus requintes de crueldade. Confira:

Um dos métodos que mais foram utilizados na Europa como forma de castigo foi a execução com um único golpe na nuca para degolar a vítima. Antes, esse processo era feito pelo carrasco manuseando uma espada, mas durante a Idade Média, começaram a usar o machado e o cepo(famoso tronco escavado).
Além disso, eles implementaram um apoio para a cabeça do condenado e assim facilitar a decapitação. Tempos mais tarde é que esse evento teve um “upgrade“, digamos assim, no final dos anos 1700, ganhando popularidade por conta da Revolução Francesa.
Surgiu a Guilhotina, um método de castigo que degolava os condenados de forma mais rápida e indolor. A última execução utilizando o método foi registrada em 1977.
Outro método de castigo bastante utilizado pelos romanos. É uma forma de morte mais lenta, dolorosa e considerada bastante humilhante. Depois do caso de crucificação de Jesus Cristo, o método tornou-se bastante popular em alguns lugares.
Antes de ser crucificado, o condenado era espancado e tinha a obrigação de carregar a própria cruz até o local de execução. Em seguida, ele era colocado no topo da cruz, onde era amarrado ou pregado.
A morte só ocorria por conta da asfixia que a posição parada causava e além do fator de exposição ao sol e chuva, durante dias.
Esse método de castigo é considerado uma das piores formas de execução. Além de enforcar, ele consiste em arrastar o cadáver e desmembrar suas partes. O país que mais utilizou este modo de castigo e execução foi a Inglaterra.
O condenado era arrastado a céu aberto pelas ruas, até chegar ao local de sua execução recebendo lixo e animais mortos jogados pelas pessoas. Assim que era enforcado, o carrasco pegava uma faca e ia abrindo o abdômen da vítima, puxando todos os seus órgãos para fora. E isso tudo enquanto ele ainda estava com vida.
Sim, cozinhar em vida. A vítima era colocada em um caldeirão enorme e era cozinhada viva. Um método de castigo muito utilizado em décadas passadas, em Madagascar. Eles tinham o costume de pendurar a pessoas pelos pés e submergí-la até a cintura em água fervente.
Uma outra preferência era colocar o condenado em um buraco e, em seguida, dois canos jorravam água quente preenchendo o buraco. O corpo ficava exposto da cintura para cima e a vítima morria cozida viva.
O escafismo é considerado um método horrível de castigo. A pessoa tinha que ingerir, obrigatoriamente, leite e mel até ficar com diarréia. Em seguida, o corpo era untado com mel e jogado em um bote de madeira, ficando pés, mãos e cabeça expostos.
A intenção é atrair insetos como abelhas, mosquitos, vespas para devorarem a pessoa ainda viva. Enquanto passavam os dias, a pessoa era alimentada mais ainda com mais leite e mel para que tivesse mais diarréia.
Aos poucos o método fazia com que a carne apodrecesse vagarosamente, levando uma morte lenta e dolorosa. Esse processo está descrito na biografia de Artaxes II, de Plutarco. No episódio, Mitríades teve uma morte que durou cerca de quase 20 dias, por ter assassinado Círo.
Outro método muito utilizado e considerado comum na Europa. O condenado tinha as partes superiores e inferiores do corpo amarradas a quatro cavalos, alinhados em quatro direções diferentes.
Um homem dava o sinal para eles correrem e o condenado tinha seus membros arrancados pela força da corrida. E não bastava só arrancar os membros, os cavaleiros saiam com os cavalos arrastando as partes decaptadas por quilômetros para exibir à população como forma de exemplo caso eles não seguissem as leis impostas.
Esse método de castigo consiste em fazer com que a pessoa condenada lute até a morte contra algum animal escolhido, pode ser uma vaca, um leão, um tigre etc. A Bestiaria era muito utilizada na Roma Antiga.
O condenado era enviado nu e sem nenhum tipo de arma para a arena e tinha que se defender da fera escolhida e tentar salvar sua vida. Uma prática semelhante a dos gladiadores, a diferença é que eles podiam usar armas como escudos, lanças, espadas e recebiam dinheiro para tal atividade.
Um método doloroso de castigo e execução. O serrote foi considerado como um dos mais sangrentos da Idade Média. O castigo consistia em amarrar a vítima de cabeça para baixo em dois postes de madeira.
Logo depois, o indivíduo tinha o corpo serrado ao meio com um grande serra, que começava a dividir o corpo a partir das partes genitais. O objetivo deste método de castigo é deixar a vítima de cabeça para baixo para que o cérebro continue sendo irrigado de sangue e o condenado permaneça em consciência plena, aumentando mais ainda a dor do castigo.
O Método de castigo garrote vil é muito usado na Espanha e em suas colônias, além da Itália no período da idade média e o início da idade moderna. O Garrote é uma cadeira onde se tem um poste logo atrás que funciona como um encosto.
Há uma correia presa a uma grande alavanca que , quando é girada, estrangula a vítima pelo pescoço até a morte.
Esse é considerado um dos mais populares e presentes em grande parte de diversos países. O enforcamento existem em três modalidades. A primeira delas é uma das mais usadas, onde o enforcamento é praticado com uma corda longa.
O condenado é atirado de um lugar alto e o corpo fica pendurado, daí então ocorre a quebra da espinha e a morte é provocada imediatamente. O segundo usa uma corda mais curta. A vítima é jogada e estrangulada em um alçapão aberto. O terceiro surgiu nos Estados Unidos.
Uma forca que amarra a corda no pescoço do condenado e o levanta usando um guindaste.
Esse foi um costume que se tornou muito popular no imaginário das pessoas por conta de filmes de pirata, como Peter Pan, entre outros. O castigo sobre as pranchas era praticado por piratas, corsários e marinheiros nos séculos XV, XVI e XVII.
Eles faziam uma pessoa andar nela até cair e ser devorada por tubarões em volta da embarcação.
Esse é um castigo de peso. O castigo com pisadas de elefante foi empregado com frequência no Sudeste Asiático, em maior frequência na Pérsia. O castigo consistia em deitar a pessoa no chão e fazer com que um elefante esmague ela com a pata.
Como eles eram bem treinados, não chegavam a hesitar quando o dono dava o comando para que a pessoa fosse pisoteada.
Esse método de castigo é bem curioso. O método Asa de Águia era muito utilizado na Europa Nórdica e consistia em fazer dois grandes cortes ao lado da coluna vertebral, nas costas da vítima.
Depois do corte, eles puxavam as costelas para fora e faziam com que se parecessem com asas. Para piorar, eles puxavam o pulmão para fora e jogavam sal nas feridas. O castigo era doloroso e fazia com que a vítima sofresse por horas.
Os nórdicos eram famosos por castigos extremamente dolorosos.
Essa é uma modalidade semelhante ao castigo do elefante. O esmagamento manual foi uma técnica que durou muito tempo na humanidade. O castigo era feito usando um monte de pesos que foram colocados sobre o corpo do condenado debaixo de uma grande tábua.
O esmagamento manual foi muito utilizado na América, Europa e era usado para tirar a confissão de uma vítima. Muitas pedras pesadas eram colocadas sobre o corpo do condenado até ocorrer a morte por asfixia.
Esse método é bem tóxico e quente. Outro método cruel de castigo o utilizado com pneus. A queima com o objeto era muito usado na África e até no Brasil. O método consiste em envolver a vítima em pneu, derramar algum tipo de líquido inflamável e atear fogo.
O objetivo é morrer sendo consumido pelas chamas.
Esse método foi muito utilizado na China e é conhecido como Ling Chi ou “Morte Lenta” ou “Morte por Mil Cortes“. Esse método aterrorizou muitas pessoas e consistia em amarrar a vítima em um poste de madeira, cortar um pedaço de sua carne e os olhos eram vazados para aumentar a dor.
No final, ele tinha seu corpo esquartejado com mil cortes de forma dolorosa e humilhante.
O Touro de Bronze foi criado para deleite dos carrascos e foi feito sob ordem do tirano Akgragas, na Sicília, pelo metalúrgico Pirillos. O animal em bronze era feito para caber uma pessoa dentro.
O condenado era colocado lá dentro e, em seguida, era ateado fogo sob o animal de bronze. Eram feitos buracos na cabeça do bicho metálico para que os gritos da vítima parecessem com o mugido de um touro. A fumaça da queima saía pelo nariz.
O mais curioso desse método de tortura foi que a primeira cobaia do touro foi o próprio Pirillos.
Esse método de castigo foi muito popular entre os cartéis de drogas na América Latina, na Colômbia. Em lugares como o México, a Gravata Colombiana serve como execução e guerra psicológica.
O método consiste em cortar a garganta da pessoa e puxar a língua pelo orifício aberto com o corpo exposto em local aberto para que outras pessoas possam ver.
Esse método foi considerado um dos piores já empregados durante a Idade Média. A roda de despedaçamento é popularmente conhecida como Catherine Wheel. Eles deitavam sobre uma roda e o carrasco golpeava os membros da vítima até quebrar os ossos.
O objetivo era quanto mais partes atingir sem mostrar sangue, mais elogios eram atribuídos. Depois da tortura, o condenado tinha os membros enrolados nos aros da roda, ficando exposto durante dias.
A ausência de sangramento tinha o objetivo de impedir que o condenado morresse de hemorragia. O corpo ficava exposto ao sol para ser consumido até os olhos.
Esse método de castigo foi muito usado pelo tribunal de inquisição e ficou historicamente famoso. A fogueira era utilizada como viés de humilhação que ateava fogo no condenado em praça pública.
As queimas eram realizadas em conjunto, onde eles usavam 3 ou 4 pessoas ao mesmo tempo. Os condenados eram obrigados a usar uma camisola molhada com enxofre para evitar a morte por inalação de fumaça. Esse modo garantia que a pessoa morresse queimada.
O esfolamento era considerado um método doloroso e temível a olho nu. O indivíduo era pego e amarrado deitado ao chão, tendo sua pele retirada aos poucos. Eles tinham muito cuidado para não rasgar a pele, pois o objetivo era colocar o material esfolado em local público, para que as pessoas pudessem ver.





