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Você não vai acreditar em qual foi o melhor ano de todos os tempos

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Já começamos assim, jogando a ideia direto: no arco da história da humanidade, 2019 foi o melhor ano de todos. Sim, sabemos que há muita coisa acontecendo. Do mesmo modo, que há muito com o que se preocupar. No entanto, é preciso também abrir os olhos para outras coisas.

Os humanos modernos surgiram há cerca de 200.000 anos. De lá até aqui, muita coisa mudou. E, por isso, é importante agradecer. E agradecer pelo o que? Bom, em comparação com os anos que já se passaram, 2019 foi, provavelmente, o ano em que crianças tiveram menor probabilidade de morrer. Foi também o ano que tivemos menos adultos propensos a ser analfabetos. Além disso, foi o ano no qual as pessoas sofrerem menos de doenças excruciantes.

O melhor ano

No ano que se passou, 325.000 pessoas obtiveram seu primeiro acesso à eletricidade e mais de 200.000 recebem água tratada, pela primeira vez. Vale lembrar também que foi em 2019 que cerca de 650.000 indivíduos ficaram online pela primeira vez.

Coisas ruins aconteceram? Sim. Normal. Todos os anos acontecem. Mas, em sua visão, que, afinal, é construída com base em sua experiência, o que pode ser considerado ruim? Um acidente aéreo? Um clube de futebol pegando fogo? A mãe perder um filho? Com tantas mamães no mundo hoje, acho que fico com a última opção. E isso não significa que eu estou desmerecendo as outras opções. É apenas uma questão de análise, de vivência mesmo.

O que eu quero dizer é que é mais comum observarmos mães perdendo filhos do que aviões caindo. Ou guerras sendo instauradas. Historicamente falando, quase metade de todos os humanos que habitaram a Terra morreu durante a infância. Em 1950, 27% de todas as crianças morriam antes mesmo de completar 15 anos. Em 2019, esse número caiu para cerca de 4%.

Mas e as mudanças climáticas? As guerras? A fome na Venezuela e em outras localidades? Estão aí, sim, é verdade. Mas se seguirmos focados nas incansáveis gama de más notícias, não veremos mudanças. Não veremos as melhorias. E quais são essas melhorias?

Em 1981, por exemplo, 42% da população de todo planeta vivia em “pobreza extrema”. Ou seja, viviam com menos de US$ 2 por dia. Essa parcela, em 2019, caiu para menos de 10%. Pode melhorar? Claro. Sejamos otimistas. É, na verdade, mais que necessário.

Mais melhorias

Doenças como a poliomielite, a hanseníase e a elefantíase estão em declínio. Esforços globais também mudaram o cenário da Aids. Além disso, venhamos e convenhamos, muitas de tais mudanças são frutos do empoderamento das mulheres.

Você pode se sentir desconfortável ao ler isso. Pode parecer insípido, enganoso. Mas saiba: não há nada de errado em saudar o progresso, quando ainda há muito o que celebrar. Sim, há muito o que se fazer, há muito para trilhar. Para tal, é preciso esquecer a onda de pessimismo que, ao que parece, paralisou o mundo. Esse sentimento tornou a maioria das pessoas tão desesperadas, como também desamparadas.

Reconhecer que o progresso é possível, não é apenas um incentivo, é reviver a esperança. Sim, 2019 foi um ano difícil. Mas foi esse ano que nos mostrou o quanto é importante continuar pressionando e acreditando. Em tudo e todos. Só obteremos um impulso moral, se reconhecermos as melhorias conquistadas e o esforço investido.

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