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7 coisas que os macacos fazem que são muito parecidas com coisas que fazemos

POR Jesus Galvão    EM Ciência e Tecnologia      07/06/19 às 18h38

Não é nenhuma novidade que nossos ancestrais mais próximos são os macacos. Embora a capacidade desses primatas tenha sido drasticamente exagerada pelos filmes e pela televisão, não podemos negar que eles são capazes de fazer coisas incríveis. O que torna as semelhanças com os humanos cada vez mais evidentes.

Tais semelhanças têm aberto novos caminhos, criando novas descobertas que os cientistas e pesquisadores nunca imaginaram antes. Assim, a ciência concluiu que os macacos têm mais em comum com os seres humanos do que imaginávamos. Pensando nisso, hoje, trouxemos algumas coisas que estes animais conseguem fazer que são tão parecidas com o comportamento humano, que vão lhes deixar boquiabertos. Confira!

1 - A "linguagem" que os macacos usam é mais sofisticada do que se pensava

Pesquisas recentes mostraram que a linguagem usada pelos macacos é mais avançada do que imaginávamos. Alguns deles até mesmo utilizam um dialeto exclusivo, variando de acordo com a sua localização ou espécie. O que é muito semelhante à linguagem humana e às suas muitas variações.

Estudos mostraram que usando sons simples, estes animais conseguem criar frases complexas. Quando usados em conjunto, este sons podem significar "cuidado com a águia" ou "cuidado com árvores caindo".

2 - Nossos cérebros são semelhantes

Novas pesquisas revelaram que os cérebros dos macacos são muito semelhantes aos dos humanos. Mais do que supomos anteriormente. O córtex pré-frontal dorsolateral do nosso cérebro é responsável pelo controle da linguagem e gerenciamento de pensamento complexos, o que é muito semelhante ao de um macaco. No entanto, o processo de linguagem e a tomada de decisão não são tão eficazes quanto a dos humanos. Porém, a forma como nossos cérebros lidam com esses processos é a mesma.

3 - Ocitocina influencia as habilidades sociais e a sua ligação

Cientistas descobriram que o hormônio ocitocina também afeta a vida da os macacos. Originalmente, acreditava-se que essa era uma particularidade humana. Este hormônio é produzido na glândula pituitária e desempenha papel fundamental no desenvolvimento das crianças. Ao expor bebês macacos à ocitocina, os pesquisadores descobriram que eles se tornavam mais sociáveis com suas mães e até se comunicavam mais com outros macacos.

4 - Macacos podem ser tendenciosos

Há algum tempo, sabe-se que os macacos têm a compreensão sobre padrões sociais e diferenças econômicas. Eles conseguem diferenciar "coisas boas" das demais, no entanto, não são tão afetados por esse conhecimento. Assim como os humanos, eles conseguem tomar decisões racionais. Eles também não gostam de perder, devido aos sentimentos que vêm com isso. Além de ficarem desconfortáveis em situações que envolvem riscos.

5 - Macacos podem tomar decisões complexas

Cientistas nova-iorquinos estão investigando o processo de tomada de decisão pelo qual passam os macacos. Ao analisarem como reagiam seus neurônios, os pesquisadores conseguiram entender a dinâmica envolvida no processo. Os resultados mostraram que o processo nem sempre é estável, e que as marcações neurológicas são muito semelhantes às dos humanos que passam pelo mesmo processo.

6 - Macacos têm a capacidade de se lembrar das coisas

Em estudos, ficou evidente que os macacos têm a capacidade de se lembrar de certas memórias, bem como os seres humanos. Cientistas têm testado esses animais para avaliar a eficácia dessas lembranças. Com isso, eles desejam testar se os macacos poderiam reproduzir formas que foram mostradas a eles. Os resultados concluíram que a memória dos macacos estava em paralelo com a dos humanos.

7 - Macacos possuem níveis de percepção periférica

Os macacos também possuem algum nível de percepção periférica. Ao menos foi o que apontaram alguns estudos. Os humanos costumam utilizar esse traço para evitar perigos antes de estarem conscientes deles. Testes utilizando telas sensíveis ao toque foram realizados para averiguar se a percepção periférica era tão eficaz quanto nos humanos. Os resultados foram muito positivos.

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Jesus Galvão
Goiano, Canceriano e Publicitário.
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