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7 dúvidas recorrentes sobre as vacinas contra coronavírus respondidas por especialistas

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Estamos vivendo a pandemia do coronavírus há mais de um ano. Por ser um vírus mortal, as autoridades de todo mundo se mobilizaram com a situação e tentaram conter o surto. A propagação desse novo tipo de coronavírus, tanto pela Ásia, como em outros continentes, deixou o mundo todo em estado de alerta.

Desde a sua identificação, ele já fez várias vítimas e infectou inúmeras pessoas. E os números não param de crescer. Na urgência de tentar conter o mais rápido possível a pandemia de coronavírus, laboratórios do mundo inteiro se mobilizaram em busca de uma vacina eficaz contra a COVID-19.

Felizmente, todo esse esforço valeu a pena e a vacinação já é uma realidade no mundo todo. Contudo, ainda existem algumas dúvidas a respeito da vacina e da vacinação. Mostramos aqui algumas dessas perguntas e as respostas.

1 – O que acontece se o intervalo entre as doses for maior?

Segundo o infectologista Moacyr Silva Junior, s resultados dos estudos clínicos das vacinas falam sobre os períodos de aplicação das doses. Mas ainda não se sabe s existe uma diminuição na eficácia delas se acontecer um atraso entre as doses.

A recomendação de Raquel Stucchi, que também é infectologista, é que a pessoa tome a sua segunda dose assim que possível.

2 – Existe alguma restrição alimentar ou de esforço físico antes e depois da vacina?

Não existem restrições alimentares. Até porque, diferente dos antibióticos, consumir bebidas alcoólicas não interferem na ação do imunizante. E também não existe problema nenhum em praticar exercícios. Talvez um empecilho seja uma pequena dor no braço no dia em que ela se vacinou.

3 – Quem está infectado tem que esperar quanto tempo para se vacinar?

O recomendável, em casos leves, é que a pessoa espere 30 dias depois de ter sido diagnosticada com o coronavírus. Já nos casos em que a pessoa está internada e precisando de oxigênio, Stucchi recomenda que a pessoa espere de dois a três meses para se vacinar.

4 – As vacinas podem causar a doença?

Não! Não é possível se contaminar com o COVID-19 depois de receber a vacina porque nenhum imunizante que o Brasil usa tem o vírus SARS-CoV-2 enfraquecido em sua composição. Nas vacinas usadas no nosso país existem somente um “pedaço” do vírus.

5 – É possível ter alergia à vacina?

Sim. De acordo com Stucchi, geralmente os quadros alérgicos são leves apresentando vermelhidão e coceira local na região onde a vacina foi aplicada. Mas isso não impede a pessoa de receber a segunda dose. Contudo, se o caso for mais sério é aconselhável procurar atendimento médico e notificar a Vigilância Sanitária que irá entrar em contado e explicar o que se deve fazer.

6 – Quanto tempo leva para ficar protegido depois da vacina?

Para as vacinas de duas doses, a proteção máxima acontece depois de 14 dias da segunda dose. Já no caso da vacina de dose única leva 28 dias.

“A vacina evita que se desenvolvam casos graves da doença, mas não garante que a pessoa não possa contrair o vírus. Enquanto não tivermos 80% da população acima de 18 anos imunizada e a redução no número de casos, internações e óbitos, devemos continuar usando máscara, higienizando as mãos com frequência e mantendo o distanciamento social”, pontou Stucchi.

7 – A vacina AstraZeneca é realmente a que causa mais efeitos colaterais?

Os imunizantes que usam a tecnologia d vetor viral, que é o que tem o material genético do coronavírus, mas sem a capacidade de se multiplicar, que é o caso da AstraZeneca e da Janssen, tendem a causar mais reações do que as outras.

Se a pessoa tiver efeitos colaterais como dores de cabeça ou abdominais fortes que não são aliviadas com remédios e falta de ar súbita até dois meses após aplicação deve se procurar um médico.

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