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7 forças incríveis e misteriosas que estão moldando o universo

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Quanto mais estudamos e descobrimos sobre o universo, mais a ciência nos deixa claro que de fato somos apenas um grão de areia em meio ao deserto que é o universo. Mas, tais descobertas nos revelam e nos mostram as belezas ocultas do espaço e isso acaba nos lembrando que também fazemos parte de toda essa perfeição.

O universo parece muitas vezes funcionar em uma espécie de cadeia perfeita, onde aquilo que morre, acaba por alimentar ou auxiliar a trazer a vida um novo elemento. Galáxias massivas parecem morrer apenas para voltar à vida ou ainda buracos negros que inesperadamente se tornam “mães” de estrelas. Pensando nisso, trouxemos para vocês algumas dessas coisas que misteriosamente estão moldando o universo. Confira!

1 – Matéria escura e a refrigeração do universo

Nosso universo é repleto de coisas, e algumas delas não sabemos exatamente do que se trata. Basicamente, é o caso da suposta matéria escura. Recentemente, os cientistas conseguiram captar a primeira evidência direta de sua composição. Uma rajada de tal matéria foi captada por eles e, aparentemente, isso conseguiu dar um vislumbre profundo de um passado cósmico.

Um sinal vindo das primeiras estrelas e também um “frio“, que sugere que no começo do universo, tudo era mais frio do que se imaginava, como se a matéria escura tivesse esfriado tudo.

2 – Via Láctea canibal

Cientistas examinaram o passado da Via Láctea e descobriram que uma galáxia chamada Gaia-Enceladus foi absorvida por ela há 10 bilhões de anos. Tal galáxia era cerca de um quarto do tamanho da Via Láctea. Tudo que sobrou dela foi apenas um aglomerado de cerca de 30 mil estrelas anômalas localizadas a cerca de 33 mil anos-luz do sol nos arredores de nossa galáxia.

3 – Os buracos negros e as estrelas

Cerca de mil estrelas estão se formando anualmente num local próximo a um buraco negro central, localizado no Phoenix Cluster, a cerca de 5,7 bilhões de anos-luz de distância. O buraco negro ativo está expelindo jatos de material a 10 milhões de graus, cada um se estendendo por 82 mil anos-luz.

As bolhas de rádio dentro do plasma quente esfriam a bolha de gás molecular e formam as estrelas. As quantidades de gás são tão surpreendentes que, ao todo, teria material suficiente para o nascimento de “10 bilhões de sóis”.

4 – Matéria escura e os “rios cósmicos”

A matéria escura flui no universo em fluxos. Foram detectados ao menos 30 desses fenômenos por toda Via Láctea, incluindo um que teria englobado nosso sistema solar. Um fluxo chamado S1, remanescente de uma galáxia gravitacionalmente menor, passando por nós a cerca de 500 quilômetros por segundo (310 mps). No entanto, isso não nos prejudica e dará aos cientistas a possibilidade de estudar as propriedades da matéria escura no futuro.

5 – Névoa cósmica e o passado

Uma olhada para a luz das estrelas do universo acabou revelando sua idade de ouro estelar. Fótons de raios gama brilhando no espaço acabam colidindo com fótons de baixa energia, o que acaba os transformando em partículas subatômicas. Ao analisar o resultante “nevoeiro de fótons”, os pesquisadores puderam deduzir as populações estelares em diferentes pontos no espaço-tempo.

Com isso, eles identificaram o período onde uma gigantesca formação de estrelas aconteceu. Isso foi há cerca de 9,7 bilhões a 10,7 bilhões de anos, quando as taxas de natalidade estelar eram 10 vezes maiores do que as atuais.

6 – Marte e os micróbios

Marte possui percloratos, usados em combustível de foguetes e fertilizantes, e funcionaria como uma espécie de alimento para os micróbios marcianos. Em simulações, os cientistas perceberam que os percloratos se formam nas interações elétricas resultantes de tempestades de poeira no Planeta Vermelho.

Essas tempestades de poeira insanas produzem campos elétricos próximos da superfície, liberando descargas com um brilho misterioso. Assim, os percloratos estariam alimentando microrganismos. Mas isso também pode atrapalhar as pesquisas e a busca por vida, reagindo quimicamente com resíduos produzidos por micróbios e mascarando os sinais importantes.

7 – Galáxias de águas-vivas e os buracos negros

Poucos buracos negros estão ativos verdadeiramente. Para descobrir o porquê, os astrônomos observaram as raras galáxias de águas-vivas, que apresentam tentáculos de fluxo de gás e que se estendem por milhares de anos-luz. Existem cerca de 400 delas, e apenas 6 de 7 delas, que possuem buracos negros, estão ativas.

Esses tentáculos são formados à medida que as galáxias passam pelos aglomerados de galáxias, sendo puxadas pela gravidade, formando o curioso formato. Tal ação canaliza parte do material em direção ao centro da galáxia, o que acaba por alimentar o buraco negro maciço nelas.

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