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Esse cavalo morreu há 40 mil anos e seus restos foram encontrados muito preservados

POR Diogo Quiareli    EM Mundo Animal      27/08/18 às 18h39

Uma descoberta recente está chocando os cientistas do mundo inteiro. Estudiosos encontraram na Sibéria os restos fossilizados de um cavalo paleolítico bebê. A espécie foi extinta e o achado está em condições quase perfeitas. O pequeno animal foi encontrado numa caverna conhecida como "Porta do Mundo Inferior" e está tão bem preservado que parece estar dormindo, não morto. O que mais chocou os cientistas foi o fato de que o cavalo morreu há muito tempo. Estima-se que tenha sido entre 30.000 e 40.000 anos, durante o período Paleolítico Superior.

A descoberta foi feita por moradores locais, mas foi graças às escavações dos cientistas japoneses e russos que o animal foi retirado ainda "inteiro". Ele foi levado para o Museu Mammoth, na Universidade Federal do Nordeste, em Yakutsk. "Esta é a primeira descoberta no mundo de um cavalo pré-histórico de tão tenra idade e com um nível tão surpreendente de preservação", disse o diretor do laboratório do museu, Semyon Grigoryev.

Pelos

O potro só envelheceu 2 ou 3 meses após sua morte e a sua pele marrom escura, juba, cauda e cascos continuam quase intactos. Até mesmo seus órgãos internos foram preservados pelo permafrost, uma camada de solo que se encontra abaixo da temperatura de congelamento. Segundos os pesquisadores, a espécie é geneticamente diferente das que vivem na região de Uakutia. Essa espécie de animal costumava viver na região, mas foi totalmente extinta.

Cascos

Os pesquisadores envolvidos no estudo do fóssil coletaram amostras de pelos, líquido, fluidos biológicos e amostras do solo onde o encontraram para realizar estudos mais complexos, incluindo autópsia para descobrir como morreu. Não havia feridas em seu corpo. "Especialistas que participaram da expedição apresentaram uma versão de que o potro poderia ter se afogado após entrar em algum tipo de armadilha natural", disse Grigory Savvinov, da Universidade Federal do Nordeste.

Fóssil completo

A autópsia servirá para falar um pouco mais como o animal viveu, não somente a causa da morte. Eles pretendem analisar o conteúdo de seu estômago para descobrir o que ele comeu. O animal será, a partir de agora, um forte objeto de estudos científicos para trabalhos futuros. Fala-se em clonagem da espécie com base no que encontraram.

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Via   Science Alert  
Diogo Quiareli
Geminiano, 24 anos, goiano.
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