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Formato do pênis pode estar ligado às chances de ter câncer peniano, entenda

POR Mateus Graff    EM Ciência e Tecnologia      21/09/18 às 15h59

O Instituto Nacional do Câncer diz o seguinte sobre o câncer de pênis: "é um tumor raro, com maior incidência em homens a partir dos 50 anos, embora possa atingir também os mais jovens. Está relacionado às baixas condições socioeconômicas e de instrução, à má higiene íntima e a homens que não se submeteram à circuncisão. O estreitamento do prepúcio é um dos fatores de predisposição ao câncer peniano.

Um estudo recente, publicado no IFL Science, mostrou algo curioso sobre o formato do pênis e a relação com o câncer peniano. Como isso pode ser possível? É exatamente isso que a Fatos Desconhecidos vai mostrar para vocês nessa matéria. Confiram.

Relação entre formato do pênis e o câncer peniano

A doença de peyronie (fibrose peniana) é causada por lesão peniana repetida, normalmente durante relação sexual ou atividade física. Um estudo recente encontrou uma ligação entre a forma do pênis e o risco de câncer. Foram analisados 1,5 milhão de homens e foi descoberto que os homens que tinham o pênis curvado tinham mais chances de desenvolver vários tipos de câncer.

Mas o que isso tem a ver com a fibrose peniana? O estudo mostrou que os homens com tal condição têm um risco 40% maior de desenvolver câncer testicular e câncer de estômago, bem como um aumento de 29% na chance de desenvolver câncer de pele. Acredita-se que nos EUA a doença de peyronie afete entre 0,5 e 13% dos homens, mesmo que muitos não saibam que têm essa condição.

A equipe do Baylor College, que realizou o estudo, diz que os homens com a doença devem ser monitorados devido ao maior risco de câncer. Os pesquisadores também conduziram uma análise genética de um paciente e seu pai. Os dois, com fibrose peniana, tinham genes que os colocam em risco de melanoma, câncer de testículo e câncer de próstata.

"Achamos que isso é importante porque essas condições são largamente aceitas e, embora sejam significativas no ciclo de vida sexual e reprodutivo desses pacientes, vinculá-las a esses outros distúrbios sugere que esses homens devem ser monitorados para o desenvolvimento desses distúrbios", disse Alexander Pastuszak, médico e um dos líderes do estudo.

No momento é difícil estimar o número exato de pessoas que têm a condição, mas esperamos que essa matéria tenha servido como um alerta para os nossos leitores.

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Mateus Graff
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
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