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Fóssil mostra o que poderia ter sido o dinossauro mais longo que já existiu

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Em suma, os fósseis nos ajudam a dar asas à imaginação quando se fala do passado. Eles são recursos que podem transformar os pensamentos sobre como teria sido a vida, ou algum animal, em respostas científicas. Se acha e estuda há muito tempo. E se pode encontrar partes do corpo, como ossos e dentes, e até pegadas que deixaram em diferentes lugares do mundo. E alguns fósseis parecem ter sido congelados no tempo de tão bem preservados.

O fato é que eles mostram e revelam coisas que podiam antes nem ser imaginadas. Como por exemplo, essa análise de fósseis feitas pelos cientistas que foi feita no local onde o dinossauro de pescoço longo morreu. Dando ao Supersaurus o título de dinossauro mais longo do mundo.

Assim como outros dinossauros extremamente cumpridos, o Supersaurus é um diplodocídeo, um  saurópode de pescoço longo cuja cauda em forma de chicote é bem longa.

Dinossauro

Sempre se viu esse dinossauro como um dos mais longos. Contudo, com esse novo estudo se mostrou que “este é o dinossauro mais longo baseado em um esqueleto decente. Já que outros restos de dinossauros são fragmentados e fica difícil determinar com precisão o seu comprimento”, disse Brian Curtice, um paleontólogo no Museu de História Natural do Arizona, que está liderando o estudo.

O Supersaurus viveu há aproximadamente 150 milhões de anos, no período jurássico. Ele passava dos 39 metros, chegando, possivelmente, a 42 metros do focinho até a cauda. E mesmo em seu tamanho “menor” ele batia recorde. Além de esse dinossauro ter sido mais longo do que o Diplodocus, de 33 metros.

Essa nova descoberta está sendo elaborada há quase 50 anos. “O primeiro espécime de Supersaurus foi descoberto em 1972 no que era basicamente uma ‘salada de ossos’. Portanto, não ficou imediatamente claro quais ossos pertenciam à essa espécie”, disse Curtice.

Então, as notícias a respeito dos ossos chegaram às manchetes e o público ficou bem intrigado sobre a existência de um dinossauro maior do que o Brachiosaurus, que até então era considerado o maior dinossauro.

Estudo

Em 1985, Jim Jensen, que coletou e preparou fósseis para a Brigham Young University em Utah, publicou um estudo anunciando a descoberta de três novos dinossauros saurópodes da pedreira. Contudo, ele não era um paleontólogo treinado e por isso cometeu alguns erros em sua análise.

Por isso que ao longo dos anos os paleontólogos debatem se Ultrasauros e Dystylosaurus são gêneros válidos. Ou então se, como Curtice acredita, se identificou erroneamente seus ossos e eles pertencem a um único Supersaurus.

“Se você juntar todas as fissuras, os escapulocoracóides são basicamente do mesmo tamanho. Além disso, não se encontrou nenhum outro osso de saurópode excessivamente grande nas proximidades. Em vez disso, todos os grandes ossos de aparência diplodocoide foram encontrados em um bolso da pedreira, e não havia nenhum osso duplicado. O que significa que há apenas um escapulocoracoide esquerdo e um escapulocoracoide direito, por exemplo”, disse Curtice.

Como se isso não bastasse, todos os ossos enormes de dinossauros tem aproximadamente o mesmo tamanho. O que mostra que, provavelmente, eles pertenciam a um único indivíduo: o Supersaurus, no caso.

Fonte: https://www.sciencealert.com/there-s-a-new-candidate-for-longest-dinosaur-that-ever-lived-after-a-fossil-mix-up

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