Curiosidades

Raças estranhas de cachorros que desapareceram

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Os cachorros sempre estão no topo da lista de maiores companheiros das pessoas por nunca abandonarem seus donos. Mas além de ser um cão, outros fatores interferem na hora de escolher um pet, como por exemplo, escolher entre as várias raças de cachorros existentes.

As raças dos cães são divididas em várias categorias para que os futuros donos possam entender melhor qual é o perfil do animal, e assim ver se eles se adaptam à sua personalidade e onde será o seu futuro lar.

Porém, o que muita gente pode não saber é que as raças de cães não são uma coisa permanente. Tanto que, ao longo do tempo, várias delas já deixaram de existir. Uma dessas raças é a de uma cadela chamada Whisky.

Raças

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O corpo desse cachorro é no formato de salsicha e suas pernas são compactas. Olhando rapidamente, o cachorro poderia ser uma variedade exótica da raça dachsund. Contudo, olhando mais de perto é possível ver que ele tem algumas características próprias.

Essa raça tem um pelo avermelhado sedoso, mas desalinhado, parecendo mais um Yorkshire terrier. Já a sua cauda é um tufo crespo bem arrumado, como a dos lulus-da-pomerânia.

Além disso, o rosto do cão tem um nariz voltado para cima e orelhas como a do cocker spaniel, cortadas rente à sua cabeça. A realidade é que Whisky é uma cadela empalhada da extinta raça Turnspit. Essa raça foi extinta na era vitoriana.

As características dos cães dessa raça eram: cachorros pequenos, criados especificamente para correr por horas a fio, fazendo girar um espeto para assados.

Mais uma entre as raças extintas está o Poi. Essa raça existiu no Havaí e curiosamente, os cachorros só comiam vegetais. Isso porque, eles eram tratados mais como uma cabra do que como um parente dos lobos. Esses cães não conseguiam latir e, provavelmente, isso não ajudou na sua continuação.

“Esses animais só sabem uivar e ganir, nos tons mais patéticos que se pode imaginar”, escreveu um explorador em 1880, segundo pesquisas.

Desaparecimento

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Além dessas duas raças, outra também desapareceu ao longo dos tempos. O lanoso Salish era um cão-pastor criado para produzir lã, que era transformada em roupas, algo bem comum no Canadá. Eles eram felpudos, com orelhas moles, eram sempre bancos e tinham uma lã macia.

Os cachorros dessa raça eram tratados com respeito e reinavam nas casas das pessoas, onde eram mimados e adorados. Seu desaparecimento aconteceu acompanhando uma mudança de estilo de vida causada pela chegada dos colonizadores ocidentais.

Embora essas raças tenham sido bastante populares no passado, atualmente elas não passam de fantasmas, memórias que são reconstituídas através de escritos e espécies preservadas em museus.

As raças de cães desaparecem mesmo eles tendo tido uma importância muito grande na história, como por exemplo, o Talbot, que era o cão típico da Idade Média, presente em muitos brasões; o chien-gris, que era amado pela nobreza francesa e considerado em sua época o único cão merecedor de ser incluído nas caçadas reais; ou então o favorito da Grécia Antiga, o molosso, que lutava contra leões.

Observações

Quizur

Todo esse protagonismo não impediu que essas raças deixassem de existir. Até mesmo nos dias de hoje as raças enfrentam essa ameaça de deixar de existir. Atualmente, o obstáculo para a sobrevivência é o conflito entre a genética e a ética.

Isso porque o aumento da consciência sobre a baixa diversidade genética de muitas raças fez com que as organizações que cuidam de cães levassem mais a sério o entrecruzamento.

Com isso, algumas raças têm uma população tão pequena que a questão ética de mantê-las dessa forma se torna delicada. Até porque, essa baixa diversidade genética pode fazer com que elas sejam mais susceptíveis a deformidades ou doenças. Tudo isso deve ser bem pensado quando o assunto é a preservação de algumas raças.

Fonte: G1

Imagens: Concursos Brasil, Cinco clube bivar, Quizur 

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